
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
INCLUSÃO DA ENFERMAGEM NA EQUIPE INTERDISCIPLINAR NA PRIMERIA INFÂNCIA: REVISÃO DA LITERATURA.
Relatoria:
Hellen Carvalho Bezerra
Autores:
- Darley Rodrigues da Silva
- Gerlane Larissa Lucena Silva
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A enfermagem é a arte do cuidado e por isso deve ser incluída na equipe interdisciplinar para que famílias e crianças em sua primeira infância possam ter o direcionamento e conhecimento sobre como lidar com o desenvolvimento de seus filhos. Compreender o desenvolvimento é essencial para a construção de um adulto seguro e uma diminuição de traumas psicológicos acarretados pela falta de experiência e habilidade em perceber as várias fases e necessidades da primeira infância. Objetivo: Dar visibilidade as crianças e famílias que precisam de apoio de profissionais de enfermagem para orienta-los sobre o como lidar com o desenvolvimento psicológico e motor de seus filhos. Metodologia: Foi realizada uma revisão de literatura avançada nas plataformas Scientific Electronic Library Online (Scielo), Google Acadêmico e Biblioteca Virtual em Saúde com as estratégias “Primeira infância”, “desenvolvimento infantil” e “educação”. A princípio não foi de fácil acesso artigos que falem sobre a importância da primeira infância, sendo perceptível a escassez de documentos que poderiam ser relevantes. Foram utilizados somente 5 (cinco) publicações que abordam sobre o tema em questão de forma indireta e 1 (um) de forma direta. Resultado e Discussão: De acordo com o Ministério da Saúde a primeira infância abrange os primeiros 6 (seis) anos da criança, sendo marcado por diversas fases de desenvolvimento cognitivo e motor, devido a isto a enfermagem deveria estar mais presente nas orientações das famílias sobre como lidar com as fases e tirar melhor aproveitamento de seu desenvolvimento assim como ensinar os sinais de alerta sobre as dificuldades no desenvolvimento. Muitas famílias não possuem apoio emocional e rede de apoio atrapalhando a forma com que podem reagir a certos comportamentos devido à sobrecarga das funções. O enfermeiro da atenção básica deveria ter sua presença voltada aos cuidados da família, orientando-os periodicamente sobre comportamentos comuns de cada marco de desenvolvimento assim como alertar sobre sua saúde física e mental. Conclusão: Portanto é necessário intervenções de baixo custo como uma melhora do Programa “mãe coruja” voltado para o apoio das famílias aumentando as chances de sucesso em sua fase adulta e até mesmo o uso da tecnologia pode ser aproveitada utilizando plataformas educativas e alusivas repassando o conhecimento sobre as fases de desenvolvimento de cada idade, seus desafios e sinais de alerta.