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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
MANEJO DO CONTROLE DE INFECÇÕES HOSPITALARES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI): UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Relatoria:
Sarah Arielle da Rocha Santos
Autores:
  • Tiffanny Barros Gomes da Silva
  • Felipe Galvão Machado
  • Maria Inês Martins de Araújo
  • Carolina Silva Vale
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) ocorrem durante o cuidado em saúde dos pacientes se manifestando no decorrer da internação e após a alta e podem ser graves, especialmente em UTIs, devido a procedimentos invasivos e resistência a medicamentos. Para enfrentar esse problema, o Ministério da Saúde e a ANVISA recomendam a implementação do Programa Nacional de Prevenção e Controle de IRAS (PNPCIRAS) para melhorar a segurança e a qualidade dos serviços de saúde. Objetivos: Analisar na literatura as estratégias adotadas para o controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) na unidade de terapia intensiva. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, do tipo revisão integrativa de literatura, por meio da base de dados PubMed. Foram utilizados os descritores “Cuidados de enfermagem”, “UTI” e “Controle de infecções” Com filtro para artigos em Português, foram encontrados 15 artigos e submetidos aos critérios de elegibilidade, resultando em um total de 5 artigos para a análise. Resultados e discussão: No contexto do controle de infecções hospitalares na UTI, a higienização das mãos é fundamental para reduzir Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), interrompendo a transmissão de microorganismos entre pacientes e profissionais de saúde, conforme preconizado pela Organização Mundial da Saúde. IRAS afetam significativamente pacientes hospitalizados no Brasil, aumentando a duração da internação, os custos do tratamento e até levando ao óbito. O uso inadequado de antibióticos e a baixa adesão às diretrizes de controle de infecção exacerbam a disseminação de microrganismos. Estudos destacam desafios na adesão aos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), especialmente ao capote, devido a desconforto térmico, subestimando o risco de disseminação quando não utilizados corretamente. Profissionais de saúde,como enfermeiros demonstram maior conformidade com a higienização das mãos do que com o uso de luvas e capote, evidenciando que o hábito consolidado supera o conhecimento teórico. A carga de trabalho intensa na UTI está ligada a altas taxas de burnout e maior mortalidade, destacando a importância da gestão eficaz da carga de trabalho para melhorar resultados e segurança do paciente.Conclusão: Portanto, programas educativos, limpeza rigorosa e treinamento contínuo são essenciais para reduzir infecções nas UTIs, melhorar resultados clínicos e minimizar o impacto das IRAS.