
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
O PAPEL DO ENFERMEIRO NA PREVENÇÃO PRIMÁRIA DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: REVISÃO INTEGRATIVA
Relatoria:
Sara Ramila Rodrigues de Melo
Autores:
- Luís Fernando Neres dos Santos
- Ana Beatriz da Silva Marques
- Ana Lívia do Socorro Sousa Lima
- Elanha Patricia de Araújo
- Cinara Maria Feitosa Beleza
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica, de natureza multifatorial, responsável por, pelo menos, 51% dos óbitos por acidente vascular cerebral (AVC) e 45% por cardiopatias, ao afetar de 20% a 40% da população adulta. O enfermeiro, como membro da equipe multiprofissional, tem atribuições importantes na prevenção primária, ao atuar no controle e redução dos fatores de risco. OBJETIVO: Identificar na literatura o papel da enfermagem na prevenção primária da Hipertensão Arterial Sistêmica. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, realizada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs) e Base de Dados em Enfermagem (Bdenf), disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde, que utilizou os descritores: “prevenção primária” and “hipertensão” and “enfermagem”. Adotou-se como critérios de inclusão trabalhos publicados nos períodos de 2019 a 2024, publicados no idioma português, disponíveis na íntegra e relacionados com a temática, foram selecionados seis artigos para estudo. RESULTADOS: A prevenção primária é o meio mais eficaz de combate à HAS, ao reduzir o elevado custo social do tratamento e de suas complicações. A enfermagem tem um grande papel na educação em saúde da população, seja nas consultas de enfermagem, ou em palestras e intervenções com a comunidade, fora do serviço de saúde. Nas quais, devem-se abordar assuntos como definição de HAS, suas causas, consequências e como evitá-la. Ao reforçar modificações no estilo de vida e hábitos alimentares para evitar a instalação desse agravo e de outras doenças cardiovasculares, isto é, combater a obesidade, o tabagismo, e sedentarismo e estimular a alimentação saudável, prática de atividade física e outras mudanças no estilo de vida. CONCLUSÃO: A modificação de comportamento não é um processo simples, logo, a prevenção deve ser planejada e conduzida com a maior participação possível da pessoa ou grupo. Nessa busca, a enfermagem possui competência e habilidade para desenvolver intervenções seguras e eficazes em qualquer nível de atenção à saúde.