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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
MUSICOTERAPIA NO TRABALHO DE PARTO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Marcia Maria Figueiredo de Sousa
Autores:
  • RITA DE CÁSSIA DE OLIVEIRA
  • JOSELEIDE DE OLIVEIRA
  • ANA KARINA DA CAMARA DANTAS
  • MÁRCIO MAURÍCIO COSTA
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: A musicoterapia é considerada uma Prática Integrativa Complementar em Saúde (PICS) e reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que utiliza a música como meios terapêuticos para atender as necessidades do indivíduo de forma integral. O uso da música, é um procedimento de aplicação simples e de baixo custo, que através de seus elementos sonoros, podem promover um momento de relaxamento, paz e tranquilidade. No cenário do parto, a musicoterapia é utilizada como Método Não Farmacológico ( MNF) para o alívio da dor e oferece uma harmonização para a dinâmica do trabalho de parto. OBJETIVO: Relatar a experiência da equipe de enfermagem na assistência a parturiente do Centro Obstétrico (CO), no momento do parto, com a utilização de músicas. MÉTODO: Estudo descritivo do tipo, relato de experiência, que promove as práticas integrativas ao parto e nascimento, com o uso da musicoterapia como MNF para o alívio da dor em parturientes do CO de um Hospital Maternidade do Rio Grande do Norte/RN. RESULTADOS: Com a implementação das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde no SUS, foi favorecido a equipe de Enfermagem à utilizar a musicoterapia, prática já ofertada nessa instituição, como MNF para o alívio da dor. Essa prática, é aplicada a parturiente e é considerada uma grande aliada em tornar o momento do parto confortável e afetuoso. No cenário do parto, a equipe de enfermagem que está vinculada a parturiente, permite um ambiente tranquilo e agradável, ofertando a musicoterapia como método de escolha que, ao ouvir o som que foi aplicado de sua playlist, do smartphone a exemplo de músicas para nascimento de bebês, parto gospel, MPB e até rock entre outras, mantendo-se um som ambiente e harmonioso com o intuito de relatar o momento em que a parturiente através da musicoterapia sinta-se acolhida e não tenha receio do parto vaginal. Desta forma, a mesma, entra como um instrumento que auxilia no alívio das dores e favorece a criação de um vínculo entre parturiente, acompanhante e equipe. CONCLUSÃO: O uso da musicoterapia foi bem aceita pela parturiente, sendo expressada através de sorrisos com o nascimento de seu bebê e a sensação de satisfação da equipe de enfermagem em saber que foi realizada uma assistência humanizada com uma visão holística. Diante disso, consideram-se importante a aplicação de musicoterapia como Praticas integrativas no contexto do parto, onde foram promovidos benefícios positivos de bem-estar a parturiente.