
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PREVALÊNCIA DE GESTAÇÃO NÃO PLANEJADA EM GESTANTES ATENDIDAS NO PRÉ-NATAL DE RISCO HABITUAL NA CAPITAL CEARENS
Relatoria:
Cindyelle Meira Feitosa da Silva
Autores:
- Flávia Luryane Ferreira Sandes
- Renata Oliveira de Carvalho
- Elizian Braga Rodrigues Bernardo
- Ana Cecilia Dantas Andrade
- Leila Luiza Conceição Gonçalves
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Título: Prevalência de gestação não planejada em gestantes atendidas no pré-natal de risco habitual na capital Cearense. Introdução: A prevalência da gestação não planejada e o número de gestações prévias são métricas importantes para compreender a saúde reprodutiva da população da região. Gravidez não planejada ocorre por variáveis socioeconômicas, falhas em métodos contraceptivos, dificuldade de compreensão dos métodos, o que acarreta em consequências significativas sobre a saúde da mulher. Objetivo: Analisar a prevalência de gestação não planejada entre gestantes atendidas no pré-natal de risco habitual na capital cearense. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico transversal realizado de maio de 2019 a maio de 2020 nas Unidades de Atenção Primária a Saúde - UAPS das Secretarias Regionais de Saúde – (SER) III e VI, do município de Fortaleza-CE. Participaram do estudo 310 gestantes que atendiam aos critérios de inclusão: idade gestacional igual ou maior que 28 semanas, com 18 anos ou mais, em acompanhamento pré-natal, risco habitual, gravidez única. A amostra foi por conveniência. Resultados: Das 310 gestantes, 226 (72,9%) não planejaram a gestação Percebeu-se também que a maioria das gestantes tinha história prévia de gravidez, 163 (52,6%). Conclusão: Notou-se que a gravidez não planejada e o número de gestações prévias são fatores interligados e influenciados por aspectos de saúde pública, socioeconômicos e educacionais. Desenvolver estratégias como programa de educação sexual, melhorando o conhecimento sobre métodos contraceptivos, além de políticas que promovam a saúde reprodutiva das mulheres corroboram para a compreensão do planejamento reprodutivo.