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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
PRÁTICAS EDUCATIVAS EM SAÚDE NO PROCESSO DE ACEITAÇÃO DE PAIS DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Relatoria:
JOSE PEREIRA DE MIRANDA NETO
Autores:
  • Marcos Alexandre Ribeiro Sá
  • Mayara karoline Diniz Araújo
  • Antônio Alencar dos Santos Viegas
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução : O presente trabalho tem como tema central a relação da família com o diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e busca compreender esse tema a partir de práticas educativas em saúde no processo de aceitação do diagnóstico e enfrentamento do processo saúde-doença. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma perturbação que acomete o desenvolvimento da criança, prejudicando e colocando algumas dificuldades a educação e integração social do sujeito (DUARTE, 2019). O autismo tem como característica padrões de comportamento repetitivos e estereotipados, incluindo inflexibilidade a mudanças, permanência a rotinas, e manifestações de comportamento como: Déficits na interação e comunicação social (SBP, 2019). Objetivos: Avaliar as práticas educativas em saúde no processo de aceitaçao de pais de crianças com TEA. Identificar as principais dificuldades e os impactos do diagnóstico no enfrentamento do processo de aceitação e vivências diárias. Método: Trata-se de uma revisão de literatura, de natureza exploratória, qualitativa. A pesquisa utilizou de análise dos conteúdos obtidos nos artigos encontrados, seguindo critérios de inclusão e exclusão. Os artigos selecionados foram compilados em tabela com definição de tema e objetivos que abrangessem a pesquisa.A análise teve inicio com a leitura e releitura dos artigos selecionados, buscando a identificação do foco do estudo. Resultados: Foram identificadas as dificuldades em aceitar um filho com TEA em duas vertentes, uma pessoal e outra social. A pessoal diz respeito à quebra da idealização do filho perfeito e as demandas cansativas que a criança com TEA apresenta. As questões ressaltam o preconceito ao diferente, as poucas informações recebidas sobre o transtorno e escassas assistências em órgãos públicos ao transtorno e aos pais. Conclusão: Conclui-se que é imprescindível que os pais sejam acompanhados após o diagnóstico do filho, pois eles serão os responsáveis pelo desenvolvimento saudável da criança, a quem ela precisará para um bom prognóstico como também os profissionais estejam preparados para atender estas famílias que muito sofrem em buscas de respostas e de um diagnóstico com rapidez para seu filho.