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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Relatoria:
Karine Reges de Almondes
Autores:
  • Adolfina Maria Roberto Paes
  • Vania Maria Alves de Sousa
  • Arielly da Silva Costa
  • Luísa Helena Borges da Silva
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: O transtorno do espectro do autismo (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizada por déficits persistentes na comunicação social e padrões de comportamentos restritos e repetitivos. Em termos de política de saúde, a luta das famílias pelo direito ao diagnóstico precoce na atenção primária à saúde (APS) continua sendo uma prática desafiadora nos Sistemas Únicos de Saúde (SUS). Objetivo: Analisar as evidências científicas sobre a assistência de enfermagem ao paciente com transtorno do espectro autista durante a internação hospitalar. Método: Trata-se de uma revisão integrativa realizada nas bases de dados Index Psicologia, Base de Dados de Enfermagem e Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, via BVS, para responder à questão de pesquisa “Quais são as evidências científicas acerca assistência de enfermagem ao paciente com transtorno do espectro autista na internação hospitalar?”. Como critérios de inclusão tem-se artigos completos, publicados nos últimos dez anos, nos idiomas português, inglês e espanhol. Resultado: Foram identificados 22 artigos sobre a temática indexados nas bases LILACS e Medline. Após a aplicação dos critérios de inclusão resultaram cinco estudo para a leitura na integra. Foram excluídos quinze estudos em razão do ano e dois estudos fora do tema. A avaliação do indivíduo com suspeita de Transtorno do Espectro Autista, não se limita apenas ao diagnóstico, mas inclui a identificação das potencialidades da criança e de sua família. Destaca-se a necessidade de uma equipe multiprofissional para realizar essa avaliação, composta por médico psiquiatra, neurologista ou pediatra, psicólogo e fonoaudiólogo. Porém, enfatiza-se o papel crucial dos enfermeiros e da equipe de enfermagem, já que são eles o que fazem frequentemente o primeiro contato dos pacientes nos serviços de saúde. A enfermagem, fundamentada no princípio do cuidado, não deve se limitar somente a técnicas, mas, adotar um olhar humano e atento às necessidades de todos os pacientes, incluindo aqueles com transtornos autísticos. Conclusão: Portanto, ficou destacado a importância da abordagem holística e humanizada do profissional de enfermagem, que reconhece a individualidade do paciente e promove um ambiente de cuidado inclusivo e respeitoso.