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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
PERCEPÇÃO DO RESIDENTE FRENTE A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA TERAPIA ANTITROMBÓTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Rhyan Henrique Noel Basi
Autores:
  • Gisele Lotici
  • Maria Cecilia Atamantchuk da Silva
  • Claudiohana Carrer
  • Julia Ampessan
  • Terezinha Aparecida Campos
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de mortalidade no Brasil, sendo classificado em Acidente Vascular Encefálico hemorrágico (AVEh) e Acidente Vascular Encefálico isquêmico (AVEi). O AVEi, mais prevalente é responsável por 75% a 85% dos casos. A terapia antitrombótica, como o uso de alteplase (ativador de plasminogênio tecidual recombinante, rt-PA), considerada padrão-ouro de tratamento devido à eficácia e melhora do prognóstico quando feita precocemente após o início dos sintomas, dentro de um prazo de até 4,5 horas e confirmação diagnóstica por neurologista baseado em exames como a tomografia. Objetivo: Destacar a importância do enfermeiro durante a terapia antitrombótica na sala de emergência (SE) para pacientes com AVEi. Método: Trata-se de relato de experiência sobre a percepção de residentes de enfermagem em relação à atuação do enfermeiro no processo da terapia antitrombótica na SE de um hospital de ensino do estado do Paraná no período de novembro a dezembro de 2023. Por se tratar de relato de experiência não foi necessário submeter ao Conselho de Ética em Pesquisa. Resultados/Discussão: Os pacientes com indicação para a terapia são atendidos pela equipe multidisciplinar e os cuidados de enfermagem são realizados, como monitorização cardíaca, sinais vitais e punção venosa periférica calibrosa para então iniciar a infusão. Neste contexto, o enfermeiro é essencial, pois é ele quem coordena as atividades assistenciais. É imprescindível uma comunicação eficaz com a equipe multiprofissional e conhecimento referente à diluição, ao fracionamento e à infusão correta, de acordo com cada paciente e prescrição. Além disso, deve possuir conhecimento sobre possíveis reações adversas e sinais clínicos de hemorragias que podem acontecer durante o processo de trombólise. Também é primordial que o enfermeiro esteja atento nas passagens de plantão, sabendo quais pacientes foram trombolisados nas últimas 24 horas e quais serão submetidos ao procedimento. Considerações finais: Quando o enfermeiro está capacitado e existe agilidade no trabalho, o prognóstico do paciente é favorável, o mesmo deve conhecer os processos e passos críticos da terapia. A manutenção do cuidado e liderança da equipe são fundamentais a fim de evitar transtornos com uma terapia extremamente volátil e que traz tantos benefícios ao paciente, o conhecimento unido à uma equipe habilitada e a busca contínua pelo aperfeiçoamento resultam em sucesso no tratamento.