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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
PREVALÊNCIA DO DIABETES MELLITUS NA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO DE SANTA INÊS – MA
Relatoria:
André Vieira da Silva
Autores:
  • ELIANE MENDES RODRIGUES
  • JÔSIENE FERREIRA COSTA BATISTA
  • JÉSSICA RAYANNE VIEIRA ARAÚJO SOUSA
  • JOSÉ BARBOSA DA SILVA
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Diabetes Mellitus (DM) é um grupo de doenças crônicas que resultam em altos níveis de glicose no sangue, levando a várias complicações metabólicas ao longo do tempo, como nefropatias, cardiopatias e danos aos órgãos e nervos. DM é uma das principais causas de amputações não traumáticas de membros inferiores e cegueira em adultos. Objetivos: Este estudo, realizado no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC/UEMA), visa identificar a prevalência de DM na zona urbana de Santa Inês - MA, descrevendo as características epidemiológicas dos pacientes diabéticos registrados no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). Métodos: Caracterizado como um estudo exploratório, descritivo e transversal, a pesquisa utilizou uma abordagem quantitativa. Foram incluídos indivíduos diabéticos registrados no PEC na área urbana de Santa Inês. Os dados foram coletados dos relatórios da Coordenação Municipal da Estratégia Saúde da Família (ESF) do 2º quadrimestre de 2023 e analisados utilizando estatística descritiva. Resultados/Discussões: Identificou-se um total de 5797 pacientes diabéticos, predominantemente mulheres (61%), com idade variando entre 50 e 80 anos. A maioria dos diagnósticos ocorreu na Atenção Primária à Saúde (APS). No entanto, apenas 19% dos pacientes aderiram às consultas e 9% às solicitações de exame HB1AC, muito abaixo das recomendações do Ministério da Saúde. Considerações Finais: A prevalência de DM é significativa entre mulheres idosas em Santa Inês, destacando desafios na adesão às consultas e exames. A falta de conhecimento sobre DM, comunicação inadequada com profissionais de saúde e tempo limitado para discutir autocuidado são fatores prováveis. Estratégias mais eficazes são necessárias para melhorar a adesão ao tratamento, garantindo cuidados contínuos e alcançando metas de saúde pública.