
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PROFISSIONAIS DE SAÚDE ATUANDO EM AMBIENTE HOSPITALAR: LIDANDO COM A MORTE E O MORRER
Relatoria:
Francisca Luciana Silva da Silva
Autores:
- ANTONIA KELLY DAMASCENO SOUSA
- ISABELLE LAWANNE CALDAS RODRIGUES
- LARA STEFANE FERREIRA DA SILVA
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Estudo de caso
Resumo:
TEMA: EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DE SAÚDE LIDANDO COM A MORTE E O MORRER
Introdução: Profissionais de saúde geralmente buscam curar e restaurar a saúde, mas frequentemente enfrentam frustação quando não conseguem salvar vidas, uma vez que a morte é a parte inevitável da condição humana. Aquelas que trabalham em serviços hospitalares vivenciam intensamente essa frustação, mesmo com todos os esforços possíveis.
Objetivos: O objetivo principal é analisar como os profissionais de saúde lidam com a frustação de não conseguirem salvar todos os pacientes, mesmo com todos os esforços possíveis, e entender importância da aceitação da mortalidade como parte do cuidado de saúde.
Métodos: A pesquisa investiga a relação entre profissionais de saúde e pacientes no estágio final da vida, abordando problemas específicos e complexidades que vão além da intervenção médica e de enfermagem, utilizando uma abordagem qualitativa baseada em estudos e referências de autores renomados.
Resultados: Estudos indicam que profissionais de saúde associam sucesso à prevenção da morte e experimentam frustração quando o resultado não é a cura. A relação com pacientes em processo de morrer destaca a fragilidade e a consciência da mortalidade, mostrando a necessidade de uma abordagem mais profunda e delicada. A constante exposição à morte impõe desafios emocionais significativos, exigindo dos profissionais a aceitação da inevitabilidade da morte enquanto proporcionam o melhor cuidado possível.
Conclusão: A aceitação da morte como parte intrínseca do cuidado de saúde é crucial para profissionais em serviços hospitalares. A morte deve ser entendida como parte natural da condição humana, e a relação entre profissionais e pacientes deve incluir aspectos emocionais e psicológicos, indo além da intervenção biológica.