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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
I CICLO INTERNACIONAL DE ATIVIDADES CIENTÍFICAS: A INTERNACIONALIZAÇÃO DE UMA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
Relatoria:
Marlon Cordeiro de Moura Araujo
Autores:
  • Beatriz Mendonça Morais Alves
  • Joselma Cavalcanti Cordeiro
  • Lusanira Maria da Fonseca de Santa Cruz
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: O tripé universitário, abrangendo atividades de ensino, pesquisa e extensão, exerce papel indispensável na garantia de uma universidade de excelência. Além disso, a articulação entre as atividades que compõem o tripé enriquece tanto a formação do discente quanto a comunidade acadêmica e científica, visto o potencial de produtos que podem ser gerados a partir desta articulação. Objetivo: Relatar a vivência dos discentes extensionistas que atuaram como monitores do I Ciclo Internacional de Atividades Científicas (I Ciclo) e descrever como o evento foi desenvolvido. Método: O Grupo de Estudos sobre Redes Integradas de Serviços de Saúde (GERISS), da Universidade de Pernambuco (UPE), componente do Grupo de Pesquisadores da África e América Latina (GRAAL), promove o I Ciclo, que busca fortalecer a produção do conhecimento, com ênfase na pesquisa em saúde. Nisto, os extensionistas do GERISS atuaram enquanto monitores dos encontros. A atuação dos monitores envolveu o gerenciamento do evento e o contato com os participantes dos países que integram o GRAAL, fornecendo um intercâmbio nos aspectos metodológicos e instrumentais da pesquisa científica. Resultados: Os 10 encontros propostos foram realizados com êxito, com uma média de 17 participantes por oficina. Estes são oriundos principalmente do Brasil, Equador, Venezuela e Moçambique, destacando a superação dos limites geográficos na popularização do conhecimento para formação acadêmica e profissional dos ouvintes. Apesar da barreira linguística, os participantes comunicaram-se efetivamente através da mediação da coordenadora do GERISS, que possui proficiência nos dois idiomas predominantes no encontro, o português e o espanhol. Já para os extensionistas-monitores, o contato com o público estrangeiro ocorreu de forma efetiva, com adequações satisfatórias em horários e interações. Considerações finais: A internacionalização das oficinas incentivou a aproximação com idiomas estrangeiros, a partir da necessidade de comunicação entre os participantes. Dessa forma, o evento contribuiu para viabilizar o contato com profissionais internacionais no âmbito da pesquisa em saúde. Pode-se inferir, portanto, que a articulação do tripé universitário, somado ao intercâmbio acadêmico, mesmo remotamente, promove o desenvolvimento discente, além do aperfeiçoamento de habilidades para a elaboração de atividades de pesquisa, ensino e extensão, agregando às produções acadêmicas e viabilizando a propagação do conhecimento.