
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
VACINAÇÃO DE INFLUENZA NO BRASIL: UMA AVALIAÇÃO DA COBERTURA VACINAL
Relatoria:
Samara Lopes dos Santos
Autores:
- Ramon Tayrone dos Santos
- Clara Cardoso Alves
- Emilie de Menezes Chianca Vieira
- Wezila Gonçalves do Nascimento Silva
- Tácila Thamires de Melo Santos
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A influenza é uma infecção viral com alta patogenicidade, os indivíduos infectados podem apresentar sintomas leves ou evoluírem de forma exacerbada podendo chegar a óbito. No Brasil, a cobertura vacinal de Influenza em 2024 enfrenta diversos avanços e desafios significativos. Inseridos em um contexto pós-pandemia do COVID-19, o mecanismo de ação para a influência de vacinação em massa, denominado como dia “D”, mostra resultados proporcionais as expectativas. A identificação do vírus influenza ocorre anualmente de forma sazonal, com circulação mais intensa nas épocas mais frias do ano. Segundo o Ministério da Saúde, os métodos de vacinação contra o vírus influenza foram subdivididos em duas fases. Anteriormente, a vacinação era realizada simultaneamente em todo o território brasileiro, atualmente, ocorre de março a maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, enquanto na região Norte, a vacinação será realizada no segundo semestre. Objetivo: Avaliar a cobertura vacinal durante a campanha de vacinação contra influenza no Brasil. Metodologia: Estudo epidemiológico descritivo, transversal e quantitativo, desenvolvido a partir de dados secundários obtidos do Ministério da Saúde. Resultados: Em 14 estados brasileiros menos de 10% da criança vacinadas retornaram para receber a segunda dose da vacina influenza. Em Alagoas, apenas 3% tomaram as duas doses recomendadas para faixa etária. Em 7 estados a taxa de cobertura encontra-se abaixo de 40%, a meta de cobertura desejada para este imunizante seria de 95%. Considerações finais: Dados epidemiológicos indicam que um significativo número de crianças permanece somente sensibilizada ao vírus, pois não completaram o esquema de vacinação, entretanto apenas com as duas doses as crianças estariam imunizadas contra influenza. Assim, a análise dos dados permite concluir que a cobertura vacinal de influenza no Brasil ainda se encontra distante do almejado.