
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
O PAPEL DO ENFERMEIRO NAS AÇÕES DE SEGURANÇA DO PACIENTE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Leilane Camila Ferreira de Lima Francisco
Autores:
- Célia Régis Ferreira da Silva
- Thalita da Silva Pereira
- Jessyka Ferro Vilela
- José Sival Clemente da Silva
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: Entende-se por segurança do paciente a redução do risco de dano desnecessário relacionado à assistência à saúde a um mínimo aceitável, desde a admissão do paciente até a sua transferência, alta ou óbito. O enfermeiro tem papel fundamental nesse processo. Objetivo: Relatar a experiência acerca do papel do enfermeiro nas ações de segurança do paciente em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Alagoas. Método: Trata-se de um relato de experiência de enfermeiros que prestam assistência utilizando os indicadores de segurança do paciente em uma UPA em Alagoas. Resultados/discussão: O enfermeiro envolve a equipe para a identificação correta do paciente, contendo nome completo, data de nascimento, nome da mãe, data de admissão, riscos e presença ou ausência de comorbidades/alergias. Há também fundamental importância no estabelecimento de uma comunicação efetiva de forma a promover a assistência de qualidade ao paciente. No que diz respeito à segurança na administração de medicamentos, há o seguimento dos nove certos em sua administração, sendo eles paciente certo, medicamento certo, via certa, hora certa, dose certa, registro certo, orientação correta, forma certa, reposta certa, de forma que os medicamentos sejam administrados da forma mais segura possível. O enfermeiro avalia e previne o risco de queda, orientando a equipe e aos familiares quanto aos cuidados necessários. Para diminuir a chance de infecção, o enfermeiro incentiva a equipe quanto à lavagem correta das mãos nos seus cinco momentos e quanto a procedimentos realizados da forma mais asséptica possível. Quanto ao risco de lesão por pressão, o enfermeiro avalia o grau de risco de desenvolvimento de lesão por pressão por meio da aplicação de escalas e promove intervenções como inspeção diária da pele, mantendo a pele livre de umidade, hidratando a pele adequadamente e promovendo intervenções de mudança de decúbito frequente. O enfermeiro não promove intervenções no que diz respeito ao risco cirúrgico, uma vez que não ocorrem cirurgias na UPA em questão. Considerações finais: O enfermeiro tem conhecimento técnico e científico nas ações de segurança do paciente, de forma a promovê-las e implementá-las envolvendo toda a equipe e os familiares e promovendo um cuidado de qualidade ao paciente assistido.