
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PERIODICIDADE DE TROCA DE SONDA GÁSTRICA - LEVINE EM RECÉM-NASCIDOS
Relatoria:
VIRNA LIZA PEREIRA CHAVES HILDEBRAND
Autores:
- Ana Paula Denis Barbosa
- ELTON SANTO BARBOZA
- VERONICA LIDIANE ROSA DE OLIVEIRA
- LIVIA HELENA MAURO PIRTOUSCHEG
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: A manutenção adequada das sondas gástricas em recém-nascidos (RN) é crucial para garantir a eficácia do tratamento e a segurança do paciente. A sonda gástrica de Levine é amplamente utilizada em unidades de terapia intensiva neonatal para a alimentação e drenagem gástrica. A periodicidade de troca dessa sonda é uma prática comum, mas a frequência ideal ainda gera debate. Objetivo: Este estudo tem como objetivo avaliar a necessidade e os benefícios da troca de sonda gástrica de Levine em recém-nascidos a cada 3 dias, visando otimizar o cuidado e minimizar complicações associadas ao uso prolongado da sonda. Método: Trata-se de um relato de experiência baseado nas práticas realizadas na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP) da UFMS, vinculado à rede EBSERH. Foram documentadas as observações e experiências de profissionais de saúde durante a troca de sondas gástricas de Levine a cada 3 dias, com foco na identificação de complicações e na eficácia dessa periodicidade. Resultados/Discussão: A troca de sondas gástricas de Levine a cada 3 dias demonstrou ser eficaz na redução de complicações como obstrução e irritação gástrica. Além disso, essa periodicidade promoveu uma melhor adaptação e conforto dos recém-nascidos. A prática ajudou a manter a funcionalidade ideal da sonda e minimizou o risco de infecções e outros efeitos adversos. O relato de experiência sugere que essa abordagem contribui para um manejo mais eficiente e seguro das sondas. Considerações Finais: A troca regular da sonda gástrica de Levine em recém-nascidos a cada 3 dias é uma prática recomendada para garantir a segurança e o conforto dos pacientes. A experiência compartilhada indica que essa periodicidade pode reduzir complicações e melhorar o manejo das sondas em ambientes de terapia intensiva neonatal.