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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA SIMULAÇÃO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM E PACIENTES COM DIABETE MELLITUS
Relatoria:
Anderson de Souza Martins
Autores:
  • Renata Cardoso Oliveira
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 3: Inovação, tecnologia e empreendedorismo nos processos de trabalho da Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: A introdução de ferramentas de IA na formação dos alunos de enfermagem permite uma abordagem mais precisa e personalizada na previsão de cenários reais, facilitando a antecipação de complicações e a tomada de decisões. Objetivo: Relatar a experiência do uso do chatsbots e Gimini para simulação entre acadêmicos de enfermagem e pacientes com diabetes mellitus, antes das práticas em cenários reais. Método: A experiência ocorreu mediante as práticas de Semiologia e Semiotécnica do curso de Enfermagem, em maio de 2024. Foi utilizado o chatsbots e Gimini para simulação de possíveis casos clínicos de pessoas hospitalizadas com diabetes mellitus e a assistência de Enfermagem, antes das práticas de estágio, onde a inteligência artificial possibilitou simulações de contatos prévios e resolução de possíveis casos clínicos que pudessem existir na vida real relacionados aos paciente com diabetes mellitus. Resultados: Ter esse contato prévio por meio da inteligência artificial possibilitou melhor controle do ambiente hospitalar onde estávamos inseridos, maior domínio da situação, já que antes do contato com os pacientes foi possível ter algumas simulações do que poderia ser encontrado. Com isso, foi possível obter mais segurança para muitas situações, favorecendo a assistência ao paciente hospitalizado. Além disso, foi possível ver na simulação uma abordagem holística, incluindo o cuidado para um bem-estar físico, mental e emocional para atender às necessidades dos pacientes, bem como discussões de casos clínicos interdisciplinares, que enriqueceram a compreensão sobre a colaboração entre especialidades no cuidado integrado as pessoas com diabetes, que estimulou a prática no cenário real, onde foi possível compartilhar os casos dos pacientes com diabetes mellitus tipo 1 e 2 com nutricionista, enfermeiro e com o médico plantonista do hospital. Considerações finais: Além da aprendizagem nas aulas teóricas e de laboratório, é possível utilizar a inteligência artificial para simulação de cenários reais que favorecem a segurança e aprendizagem do aluno previamente aos cenários reais de práticas.