
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO DE FAMÍLIAS VIVENCIANDO O PROCESSO DE INTERNAÇÃO NO HUM
Relatoria:
AMALIA DAYANE QUEIROZ DA CRUZ
Autores:
- Jordhan Abner Teixeira Murilho
- Maria Clara Galinari
- Ana Paula dos Santos Serrano
- Gabriel Zanin Sanguino
- Mayckel da Silva Barreto
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO DE FAMÍLIAS VIVENCIANDO O PROCESSO DE INTERNAÇÃO NO HUM
INTRODUÇÃO: A presença e o envolvimento da família são cruciais para o bem-estar do paciente internado, além de fornecer apoio emocional, desempenha um papel vital na comunicação entre paciente e equipe de saúde. OBJETIVO: Analisar o perfil sociodemográfico de famílias de pacientes internados em um Hospital Universitário em Maringá-PR. METODOLOGIA: estudo quantitativo e descritivo, onde foram coletados dados de famílias cujos pacientes estavam em internação hospitalar. As entrevistas foram realizadas no período de julho de 2023 à julho de 2024 em uma sala privativa.. As variáveis analisadas foram: sexo, faixa etária, local de moradia, grau de parentesco e tempo médio de entrevista. O estudo foi aprovado pelo Comitê Permanente de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (COPEP), com parecer nº: 6.117.092. RESULTADOS/DISCUSSÃO: Foram entrevistadas 20 famílias, onde observou-se que os dados coletados acerca do sexo dos pacientes internados foram equivalentes, ou seja, 10 homens (50%) e 10 mulheres (50%). Quanto ao gênero dos entrevistados, houve prevalência do sexo feminino, com 75% (n=15), dado corroborado pelo fato de que o papel de cuidador familiar recai sobre a mulher, justificado pelo fato de, por muito tempo, a mulher não ter exercido atividades laborais fora do lar. Quanto à faixa etária, 60% (n=12) tinham 60 anos ou mais, o que colaborou para a presença de familiares nos quartos durante a escolha. Ao local de residência, a maioria dos clientes (60%) residiam em Maringá, permitindo avaliar a logística do acompanhante para estar neste papel e como tal fato influencia em sua vida. A análise do grau de parentesco dos acompanhantes revelou que a maioria dos entrevistados eram filhos, representando 45% (n=9). Além disso, 20% eram cônjuges (n=4), 20% irmãos (n=4), 5% netos (n=1) e 5% tios (n=1). A duração das entrevistas variou, sendo que a maioria delas (65%) durou entre 30 e 60 minutos, isso indica que o período é o mais comum e possivelmente o mais eficiente para coleta de dados. No entanto, um quarto das entrevistas exigiu mais de uma hora, o que pode indicar casos mais complexos ou detalhados. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O estudo destaca a relevância da participação familiar na internação, ressaltando que o envolvimento dos acompanhantes é fundamental para suporte ao paciente. A análise dos dados indica a necessidade de adaptar o cuidado às necessidades específicas de cada família.