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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
EDUCAÇÃO PERMANENTE SOBRE A HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS EM UMA CLÍNICA PSIQUIÁTRICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Catharina das Graças de Almeida Martins
Autores:
  • Júlia Santos Lisbôa
  • Karla da Costa Martins da Luz
  • Priscila Fonseca Souza
  • Eraldo Henrique dos Santos Moreira
  • Mário Antônio Moraes Vieira
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: dentre os seis atributos presentes na qualidade do cuidado, encontra-se a segurança do paciente, a qual surge com o intuito de proporcionar uma assistência segura, desse modo, reduzindo o risco de dano desnecessário ao paciente. A higienização das mãos é uma medida simples e considerada prioritária pela OMS devido ao seu potencial para evitar a ocorrência de Infecções Relacionadas ao Cuidar em Saúde (IRCS). Com isso, para aplicar esta meta em uma clínica psiquiátrica de internação breve é importante que o planejamento leve em consideração o perfil dos pacientes, a infraestrutura do local e os materiais que serão utilizados, bem como a capacitação da equipe multiprofissional (SIMAN et al., 2019). Objetivo: Relatar a experiência de enfermeiros residentes do programa de Saúde Mental na realização da educação permanente sobre higienização das mãos, em uma clínica psiquiátrica em Belém/PA. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. No qual foi utilizado o Método da Problematização, seguindo as cinco etapas do Arco de Maguerez. A partir da observação, na vivência durante a residência em uma clínica psiquiátrica de internação breve, notou-se dificuldade de alguns técnicos de enfermagem ao responderem perguntas, da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), sobre a higienização das mãos, logo, surgiu a proposta da abordagem do tema mediante uma educação permanente; em seguida foram levantados os pontos-chave; realizada a fundamentação teórica do tema; planejamento e a realização da educação permanente com a equipe de enfermagem, membros da CCIH, apoio e limpeza. Resultados: a partir da execução do arco, observou-se que é importante levar em consideração as particularidades dos pacientes da clínica, como agitação; agressividade; psicoses agudas; e outros, para a efetivação das práticas de higiene das mãos, como a inserção de pontos com preparação alcoólica nos corredores ou enfermarias gerando riscos tanto ao paciente quanto à equipe, além disso, contatou-se um bom desempenho dos técnicos durante a ação. Conclusão: a execução da educação permanente sobre a higienização das mãos, como uma das metas de segurança, apresenta-se como indispensável e essencial no resultado de um cuidado seguro e de qualidade ao paciente, correspondendo a mais simples e mais fácil de praticar na rotina assistencial.