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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
VIVÊNCIA DOS RESIDENTES DE ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA A BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
BIANCA DE FÁTIMA RAMOS SOUZA
Autores:
  • ANANDA MARIA ALBUQUERQUE GONÇALVES
  • FRANCISCA PATRICIA DA SILVA LOPES
  • MARIA ADRIANA PEREIRA GUIMARÃES
  • MARIA GABRIELLA DE MELO
  • RAYSSA CAVALCANTI UMBELINO DE ALBERGARIA
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: A bronquiolite viral aguda é a principal causa de internação em emergências pediátricas e enfermarias nos primeiros dois anos de vida e possui como agente etiológico o vírus sincicial respiratório (VSR). Seu período de sazonalidade acontece nos meses de inverno, atingindo principalmente os lactentes menores de 6 meses. No processo hospitalar, podem precisar de medidas de suporte ventilatório invasivo ou não invasivo. Com base nesse contexto, a assistência do profissional de enfermagem, torna-se essencial para a recuperação do paciente diagnosticado. OBJETIVOS: Descrever a vivência dos residentes de enfermagem no manejo assistencial da bronquiolite viral aguda em uma emergência pediátrica. MÉTODOS: estudo descritivo do tipo relato de experiência, o qual apresenta vivências de enfermeiras residentes na sazonalidade do VSR inseridas na emergência pediátrica de um hospital filantrópico em maio de 2024. RESULTADOS/DISCUSSÕES: O atendimento se inicia na classificação de risco e segue até o processo de internação, se necessário. No primeiro momento, realizou-se a anamnese, coletando dados da história da doença atual e acolhendo as queixas dos pais ou responsáveis sobre a criança, as quais são classificadas segundo o Ministério da Saúde. Os pacientes que apresentavam desconforto respiratório grave, com crise de sibilância e uso de musculatura acessória como retração de fúrcula, tiragem subcostal, intercostal ou batimento de asa de nariz, eram internados para ser realizado tratamento o mais rápido possível, evitando piora da condição. Enquanto internados, a equipe de enfermagem mantinha vigilância constante, principalmente ,em relação à saturação, frequência respiratória e cianose. Devido a essa condição, normalmente, era preciso a inserção de uma sonda nasogástrica para alimentação, instalação de cateter nasal, máscara de venturi ou CPAP. Muitas vezes, as crianças evoluiam com síndrome respiratória aguda grave e não respondiam bem à ventilação não invasiva, necessitando de uma via aérea avançada.CONSIDERAÇÕES FINAIS: A partir dessa vivência, foi possível identificar os sinais de agravamento de crianças com desconforto respiratório e intervir com medidas de suporte adequadas. Para assim, oferecer uma assistência de qualidade e propiciar uma recuperação mais efetiva, culminando na alta hospitalar.