
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
ACESSO A SAÚDE DE PESSOAS COM COVID LONGA EM UMA REGIONAL DE SAÚDE DO PARÁ
Relatoria:
Arthur da Silva Costa Pedroza
Autores:
- Melissa Barbosa Martins
- Glenda Roberta Oliveira Naiff Ferreira
- Leandro Nascimento dos Santos
- Amanda Loyse da Costa Miranda
- Ana Cristina de Oliveira e Silva
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Em outubro de 2021, foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a condição da COVID Longa, sendo caracterizada pela persistência e/ou aparecimento de sintomas relacionados a infecção da Covid-19, podendo ser uma infecção leve, moderada ou com agravamento das manifestações. Objetivo: Identificar o acesso aos serviços de saúde entre adultos jovens (20 a 24 anos) com covid longa residentes da 6ª regional de saúde do estado do Pará (Barcarena, Abaetetuba, Igarepe-Mirí, Moju e Tailândia). Método: Estudo observacional, transversal, descritivo e analítico. Trata-se de um recorte do projeto Multicêntrico: “Impactos Físico e Psicológicos da Covid-19 na População Brasileira: Evidências para Intervenções Tecnológicas em Saúde”, sob coordenação da Universidade de São Paulo, aprovado no edital 12/2021 CAPES – Edital de seleção emergencial IV. O cenário de estudo é a 6ª regional de saúde do Pará. Resultado/discussão: Com um total de 29 respostas, os quais tiveram confirmação do diagnóstico de Covid-19, por meio de teste rápido ou laboratorial, 55% (n=16) tiveram um diagnóstico confirmado, 38% (n=11) tiveram dois diagnósticos confirmados e 7% (n=2) tiveram 4 diagnósticos confirmados. Desse quantitativo, aproximadamente 83% (n=24) receberam atendimento e tratamento com um profissional de saúde após a confirmação do diagnóstico. 55% (n=16) da população pesquisada foi diagnosticada com Covid Longa, possuindo persistência de sintomas físicos/mentais por mais de 4 semanas após a recuperação. Sendo mais específico em relação ao acesso aos serviços de saúde entre os cidadãos com Covid Longa, 31% (n=5) foram tratados em casa recebendo suporte de profissionais de saúde por telefone ou internet; 31% (n=5) receberam atendimento em unidades básicas; 6% (n=1) receberam atendimento em hospital particular; 13% (n=2) 3 foram tratados em Unidades de Pronto Atendimento (UPA); 6% (n=1) foram tratados em ambulatórios e 13% (n=2) trataram de forma autônoma. Considerações Finais: Portanto, em relação a população investigada que houve um quantitativo adequado no que tange ao acesso dos serviços de saúde, sendo realizado não apenas de forma presencial, mas também de forma a distância, ajudando a suprir dificuldades para a população que não possuía condições de realizar o atendimento de forma presencial, além da variedade de locais em que as pessoas possuíam para a realização de atendimentos, baseado no grau de infecção pela Covid-19 e nos sintomas apresentados.