
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
CONHECIMENTO E CONDUTA DOS PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL FRENTE AOS PRIMEIROS SOCORROS: ESTUDO DESCRITIVO
Relatoria:
GLEYDSON HENRIQUE DE OLIVEIRA DANTAS
Autores:
- Marcela de Almeida Ferreira
- Suellen de Lima Victor
- Anderson Flor Guilherme
- Rita de Cássia Torres de Brito
- Marina Josino da Silva Souza
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Trabalho de conclusão de curso
Resumo:
Introdução: Os primeiros socorros (PS) realizados no Atendimento Pré-hospitalar (APH) se configuram como a atenção inicial à vítima em situação de urgência e emergência. Diversos são os cenários onde os PS podem ser necessários e ajudam a salvar vidas, assim, destaca-se as escolas como ambiente propício para a ocorrência de acidentes. Caracteriza-se por ser um espaço onde rotineiramente crianças e adolescentes executam práticas recreativas, esportivas e culturais. Diante desses aspectos, há evidência de que professores frequentemente presenciam acidentes e condições traumáticas envolvendo alunos e estudos têm sido realizados para construção de estratégias educativas eficazes, e pesquisas de avaliação do conhecimento de professores e estudantes e provam que há lacunas que necessitam de intervenção educativa. Objetivo: Caracterizar o conhecimento em PS de professores do Ensino Fundamental II de uma Escola Pública Municipal. Metodologia: Estudo exploratório descritivo com abordagem quantitativa, realizado entre os meses de setembro a outubro de 2018, com 16 professores do ensino fundamental de uma escola da rede municipal de educação por meio de um instrumento semiestruturado sobre intervenções a serem realizadas em situações de urgência que podem ocorrer no contexto escolar. A análise dos dados foi feita com Estatística descritiva básica, teste T Student e Tamanho do Efeito através do Microsoft Excel. A pesquisa obedeceu aos critérios da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados: A média de acerto dos professores que já haviam realizado algum tipo de capacitação em PS foi de 6,9 e a dos que não tinham nenhuma capacitação foi de 4,8. Além disso, o fato de ter realizado uma capacitação de forma pontual não torna o professor seguro para atuar em situações de PS, logo há a necessidade de elaborar estratégias para promover capacitações eficientes para promoção e prevenção de acidentes escolares. Conclusão: Propõe-se a necessidade de realizar estudos nas lacunas identificadas e sobre a existência e eficácia das capacitações. Outrossim, foi verificado que a capacitação em PS é escassa e pontual, tornando perceptível que ela é uma ferramenta capaz de melhorar a qualidade da assistência em situações de PS prestada em escolas e que sua aplicação contínua melhora a segurança dos professores. Deste modo, capacitá-los infere diretamente em prevenir e promover um rápido e seguro atendimento em situações de urgência e emergência na escola, salvando vidas.