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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
INTEGRAÇÃO E INTEROPERABILIDADE DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - MINISTÉRIO DA SAÚDE
Relatoria:
José Amado Batista
Autores:
  • Pedro Henrique Desidério
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO A integração e interoperabilidade dos sistemas de informação no Ministério da Saúde enfrentam sérios problemas, prejudicando a eficiência do sistema de saúde. A falta de compatibilidade entre as plataformas e a fragmentação dos dados dificultam a coordenação entre serviços e a continuidade do cuidado. Isso não só compromete a qualidade do atendimento, mas também impede uma gestão eficaz e uma tomada de decisão informada, afetando diretamente a saúde da população. OBJETIVOS Os objetivos são analisar a integração e interoperabilidade dos sistemas de informação no Ministério da Saúde, identificando falhas e desafios; avaliar o impacto da fragmentação dos dados na eficiência do atendimento; e propor soluções para melhorar a coordenação e segurança dos dados no sistema de saúde. MÉTODOS A metodologia consistirá na análise de dados secundários disponíveis em relatórios institucionais, estudos acadêmicos e documentos técnicos sobre a integração e interoperabilidade. Serão revisados documentos oficiais, estatísticas e avaliações anteriores para identificar desafios e lacunas. A comparação com modelos internacionais de integração ajudará a entender as melhores práticas e propor recomendações para melhorar a eficiência dos sistemas. RESULTADOS A análise dos dados secundários evidenciou problemas graves na integração e interoperabilidade dos sistemas de informação no Ministério da Saúde. A falta de padronização entre os diversos sistemas, como o e-SUS, DATASUS e outros registros locais, resulta em dificuldades para a troca eficiente de informações. Essa fragmentação impede uma visão abrangente e integrada dos dados de saúde, dificultando a coordenação dos cuidados e a análise de dados críticos. A ausência de uma infraestrutura tecnológica atualizada e a resistência a protocolos de interoperabilidade contribuem para a baixa eficiência dos processos, atrasando a implementação de políticas e afetando negativamente a qualidade da gestão da saúde pública. CONCLUSÃO Para superar os desafios na integração dos sistemas de informação do Ministério da Saúde, é essencial adotar uma estratégia de padronização dos dados e sistemas. Propor a criação de um framework de interoperabilidade unificado e promover a atualização tecnológica são passos cruciais. Além disso, investir em treinamento contínuo para os profissionais e garantir uma comunicação eficiente entre as plataformas pode melhorar significativamente a coordenação e a eficiência dos cuidados de saúde.