
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
ABORDAGEM DO ENFERMEIRO NO MANEJO DE EFEITOS ADVERSOS DOS QUIMIOTERÁPICOS
Relatoria:
Byanca Torquato Correia dos Santos
Autores:
- Gicely Santos de Andrade
- Eduarda Silva Emiliano
- Ashley Hevillayne Asterio de Araujo
- Maria Vitória Barbosa de Oliveira
- Williana Amorim Loiola
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
A educação em saúde é uma ferramenta essencial para capacitar os pacientes e suas famílias no manejo dos efeitos adversos decorrentes da quimioterapia, contribuindo para uma melhor qualidade de vida durante o tratamento oncológico. A abordagem de enfermagem desempenha um papel crucial na orientação sobre os potenciais efeitos colaterais dos quimioterápicos, visando a prevenção, identificação precoce e manejo adequado dos sintomas. Este estudo tem como objetivo destacar a importância da abordagem de enfermagem no manejo de efeitos adversos dos quimioterápicos, ressaltando a importância da educação em saúde. O levantamento dos artigos foi através de pesquisas nas bases de dados BVS e PubMed e os descritores utilizados foram: “enfermeiros”, “quimioterápicos”, “papel do enfermeiro”, com o auxílio do operador booleano “AND”. Foram selecionados os artigos disponíveis na íntegra nas referidas bases de dados, em idioma português e ingles que respondessem ao objetivo do estudo. A educação em saúde proporcionada pela equipe de enfermagem permite que os pacientes compreendam melhor os possíveis efeitos adversos da quimioterapia, estejam atentos aos sinais de alerta e saibam como agir diante de cada situação. A orientação sobre estratégias de prevenção, autocuidado e manejo dos sintomas, como náuseas, vômitos, fadiga e queda de cabelo, contribui significativamente para a adesão ao tratamento e para a melhoria da qualidade de vida. O enfermeiro desempenha um papel ativo na promoção da educação em saúde, fornecendo informações claras e acessíveis, adaptadas às necessidades individuais de cada paciente. A comunicação empática e o apoio contínuo são essenciais para esclarecer dúvidas, reduzir a ansiedade e encorajar a participação ativa do paciente no autocuidado. Conclui-se, portanto, que a educação em saúde desempenha um papel crucial na abordagem de enfermagem no manejo de efeitos adversos dos quimioterápicos, promovendo a autonomia, a segurança e o bem-estar dos pacientes durante o tratamento oncológico. O fortalecimento do conhecimento dos pacientes sobre sua condição e sobre as estratégias disponíveis para lidar com os sintomas adversos é fundamental para uma experiência mais positiva e para melhores desfechos clínicos ao longo do processo terapêutico.