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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
DIMENSIONANDO A EQUIDADE NA PRÁXIS DO ENFERMEIRO EM SAÚDE COLETIVA
Relatoria:
Bianca da Silva Mota Campos
Autores:
  • CREUZA SILVA PRATA
  • MARIA PAULA SERAFIM VIMERCATI
  • FILIPE DE MATOS VARGAS GOMES
  • EDNA DE MATOS PACHECO MATEUS
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO :A equidade envolve reconhecer imparcialmente os direitos de cada pessoa e tratá-la com justiça, considerando suas características e necessidades específicas. Na saúde, significa reduzir ao máximo diferenças evitáveis e injustas e assegurar que os serviços de saúde atendam às necessidades de cada um. Para os enfermeiros na atenção básica a equidade está implícita no exercício de práticas acolhedoras e resolutivas com ações gerenciais e da prática clínica. OBJETIVO: Analisar em produções científicas as melhores abordagens da equidade enredada na prática do Enfermeiro na produção de saúde para a coletividade. MÉTODO: Ensaio teórico, por acesso ao Portal da Biblioteca Virtual de Saúde, em maio de 2024, utilizando a combinação dos descritores: “equidade AND enfermagem AND sus”, para a questão norteadora: “como o exercício do Enfermeiro implica na equidade em saúde coletiva?”. RESULTADOS/DISCUSSÃO: O SUS além das ações relacionadas à assistência à saúde, desenvolve vigilância sanitária e epidemiológica, vacinação e outras. Neste sentido, a organização dos serviços na Atenção Primária em Saúde (APS) minimiza desigualdades, melhora a eficiência do cuidado e indicadores de saúde, com práticas preventivas e coordenação do fluxo dos usuários no sistema. Sendo que a prática do enfermeiro na APS inclue consultas de enfermagem a hipertensos, diabéticos, acometidos de doença transmissível e de saúde mental, puericultura, pré-natal de baixo risco, junto a prescrição de medicamentos e solicitação de exames. Portanto, o enfermeiro é capaz de promover e proteger a saúde da criança exercendo o cuidado para desenvolvimento físico, da saúde mental da criança e seus cuidadores e frente as necessidades e contexto de vida. Além disso, a enfermagem como prática social se propõe a compreender e atender às necessidades dos adolescentes em situação de rua tanto no âmbito individual como coletivo, além de buscar promover as potencialidades do seu desenvolvimento e dignidade humana. Generalizando a discussão, as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas, mediante escuta qualificada e acolhimento de demandas impactam positivamente a relação de confiança entre enfermeiros e usuários. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As práticas desenvolvidas na APS demonstram o potencial transformador da enfermagem na promoção da saúde e na prevenção de doenças, evidenciando a importância do papel do enfermeiro na construção de um sistema de saúde mais equitativo e eficiente.