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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
A COMUNICAÇÃO EFETIVA COMO FATOR DE SEGURANÇA NOS SERVIÇOS OBSTÉTRICOS
Relatoria:
Poliana da Silva Lucio
Autores:
  • Regina Celia de Oliveira
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
A preocupação em promover sistemas seguros na área da saúde é recomendada há mais de duas décadas com a publicação do relatório “To Err is human” elaborado pelo Institute of Medicine dos Estados Unidos. Deste então, a mobilização pela segurança do paciente tem repercutido mundialmente, em 2021, a Organização Mundial de Saúde lança a campanha "Cuidados maternos e neonatais seguros”, dentre eles: redução de práticas desnecessárias e prejudiciais para mulheres e recém-nascidos durante o parto. Estudo realizado na região sul do país aponta como uma das principais vulnerabilidades à ocorrência de EA a falha na comunicação. Para se alcançar a segurança na assistência obstétrica investir na humanização do cuidado, por estar alicerçado no cuidado integral (aspectos humanos e emocionais). Descrever como ocorre a comunicação entre os profissionais que conduzem o processo de parturição em uma unidade de referência de alto risco do SUS. Estudo trata-se de um recorte da tese intitulada “Indicadores relacionados aos eventos adversos maternos e neonatais: análise a partir do termômetro de segurança na maternidade”, método descritivo transversal, realizado em uma maternidade de referência do estado de Pernambuco. A população do estudo foi composta por puérperas que foram atendidas no serviço obstétrico no período de maio a julho de 2022.A coleta utilizou o Maternity Safety Thermometer sob nº CAEE 57546322.3.0000.5192. Ao analisar o grau de segurança percebido pelas puérperas observa-se as variáveis - preocupação sobre segurança durante o trabalho de parto (20,5%) puérperas julgam não ter sido levadas a sério; falta de informações importantes durante o trabalho de parto (59,2%) das puérperas. Tais danos convergem ao descumprimento da 2ª meta internacional da SP que vislumbra sobre o exercício da comunicação efetiva com vistas a minimizar erros que podem decorrer por falta da mesma, assim como a privação da autonomia da paciente no processo de trabalho de parto e parto.