
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PREVALÊNCIA DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTS) NA POPULAÇÃO IDOSA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Relatoria:
Rafaela Reis
Autores:
- André Macedo de Jesus Júnior
- Ana Luiza Coelho Lopes
- Aranin Queiroz de Sousa Santos
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Atualmente o Brasil enfrenta desafios significativos na prestação de assistência à saúde a pessoa idosa, incluindo a saúde sexual. Essa dificuldade na assistência se reflete nos altos índices de infecção por HIV em idosos. Objetivo: Analisar a prevalência de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) na população idosa no Brasil. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura dos últimos cinco anos, publicados na integra em inglês, português e espanhol sobre o tema, nas bases de dados Pubmed/Medline, BDENF, LILACS, Coleciona SUS e Scielo utilizando os descritores: educação em saúde, idoso, qualidade de vida, saúde sexual. A partir desses critérios foram selecionados 09 artigos para revisão. Resultados: A análise dos nove estudos encontrados revelou uma prevalência significativa de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) na terceira idade, atribuídas principalmente à falta de informações adequadas sobre saúde sexual. Além disso, os estudos destacaram diversas barreiras persistentes, tanto nas unidades de saúde quanto no ambiente familiar, que dificultam o acesso e a disseminação de informações sobre práticas sexuais seguras. Esses fatores combinados resultam em um cenário de vulnerabilidade para os idosos, evidenciando a necessidade de intervenções educativas e de políticas públicas que promovam a educação sexual e a conscientização sobre a importância da saúde sexual na terceira idade. Conclusão: Nossos achados mostram que a população idosa sofre constantemente com estereótipos sobre sexualidade, resultando em um problema de saúde pública. Profissionais de saúde negligenciam frequentemente a sexualidade dos idosos, e a falta de informação deixa essa população vulnerável as infecções sexualmente transmissíveis.