LogoCofen
Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FATOR DETERMINANTE PARA O AVANÇO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Relatoria:
PABLO FERNANDES BALIEIRO
Autores:
  • BRUNO SANTOS DE ASSIS
  • EZEQUIAS OLIVEIRA DE SOUZA
  • ROSIMEIRE FARIA DO CARMO
  • ÁBIA MATOS DE LIMA
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A enfermagem é uma profissão complexa e desafiadora que exige um alto nível de habilidade técnica e a capacidade de lidar afetivamente com as emoções dos pacientes, colegas de trabalho e familiares. Desta forma, a assistência de enfermagem pode gerar desgastes emocionais, visto que os profissionais estão inseridos em um ambiente que exige não somente conhecimento técnico, mas também inteligência emocional entendida como a capacidade de lidar com as relações interpessoais. Objetivos: Realizar uma análise acerca da inteligência emocional para a melhoria da qualidade do cuidado e evidenciar o seu uso para a gestão de conflitos na assistência de enfermagem. Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura narrativa que buscou sintetizar criticamente a inteligência emocional como fator determinante para o avanço e inovação da assistência de enfermagem. Foram utilizados artigos e revistas publicados entre 2013 e 2020. As bases de dados utilizadas para a busca foram "PubMed, Scielo e Revista de Enfermagem". Para identificar os estudos relevantes, utilizaram-se os descritores de inteligência emocional, assistência e enfermagem. Resultados/Discussão: Após leitura informativa selecionou-se 12 produções para o alcance dos objetivos propostos. A enfermagem é uma profissão que lida com emoções complexas do ser humano e ao falar do trabalho emocional da enfermagem observam-se alguns aspectos como a emoção envolvida no cuidar e a regulação das próprias emoções decorrentes de um trabalho estressante. A enfermagem busca um cuidado de excelência garantindo o bem-estar do cliente e para isso é necessário competência no falar, na simpatia e no agir para aliviar o sofrimento. Para eficiência da assistência é preciso gerir as próprias emoções interferindo assim na melhora do paciente e no seu bem-estar geral. Desta forma o uso da inteligência emocional consiste em processar informações com precisão e eficiência, utilizando a regulação das emoções próprias e alheias. Ao gerir conflitos, o diálogo é indispensável e a inteligência emocional do profissional tem um papel crucial na tomada de decisão assegurando o avanço e inovação da assistência de enfermagem. Conclusão: A enfermagem é uma profissão que trabalha com emoções e para que se alcance a eficiência da assistência o profissional precisa gerir suas próprias emoções e o uso da inteligência emocional auxilia a prática profissional favorecendo assim ao avanço e inovação da profissão.