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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
EXPERIÊNCIA EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO ACADÊMICA
Relatoria:
Ana Clara Gonsaga Silva
Autores:
  • Larissa Silva de Souza
  • Vinicius Silva de Araújo
  • Odeony Paulo dos Santos
  • Roberta de Araújo e Silva
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, o Estágio Curricular Supervisionado (ECS), é um componente obrigatório fundamental no processo de ensino-aprendizagem que visa enriquecer a formação profissional de futuros enfermeiros por meio de vivências na área hospitalar. Destaca-se o ECS na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), como sendo um setor que proporciona inúmeras oportunidades de aprendizado, devido aos variados níveis de complexidade dos procedimentos realizados, colaborando para o desenvolvimento profissional. Objetivo: Relatar a experiência durante o estágio supervisionado de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. Método: Estudo descritivo, do tipo relato de experiência, baseado na vivência de acadêmicos de enfermagem da Universidade Federal do Maranhão, durante o estágio hospitalar. O ECS, componente obrigatório do curso de enfermagem, foi realizado em um hospital público na região sul do Maranhão, entre abril a julho de 2024, com carga horária de 315 horas. O estágio ocorreu na UTI 2 do Hospital Municipal e contou com a presença de três estagiários. Resultados: A experiência do ECS na UTI oferece contribuições significativas para a formação acadêmica. Tal ambiente de assistência de enfermagem, ao paciente crítico, aprimora habilidades técnicas, desenvolve competências como o trabalho em equipe, tomada de decisões rápidas e equilíbrio emocional, proporcionando uma compreensão aprofundada do atendimento a pacientes graves. Dentre as atividades que puderam ser realizadas, destaca-se: check-list do carrinho de emergência e das medicações psicotrópicas, passagem de sonda vesical de demora (masculina e feminina); sonda nasogástrica; fechamento de balanço hídrico; curativos de acesso central, cateter de hemodiálise e de feridas complexas; coleta de sangue para gasometria; realização de evolução e exame físico completo, coleta de sinais vitais e mensuração de escala de coma de glasgow e RASS. Ressalta-se que durante o ECS foi possível consolidar os conhecimentos aprendidos nas aulas teóricas e práticas da graduação, durante a rotina da unidade, realizando tais procedimentos privativos. Considerações finais: Nesse sentido, o contato direto com pacientes em estado crítico e a interação com a equipe multidisciplinar enriquecem o aprendizado, capacitando os futuros profissionais para os desafios da prática clínica e fortalecendo sua autonomia e confiança. Assim, o ECS na UTI se revela uma etapa crucial na trajetória acadêmica.