
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
ESTRATÉGIAS PARA REDUZIR A MORTALIDADE MATERNO-INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Leslie Bezerra Monteiro
Autores:
- Cristiana Brasil de Almeida Rebouças
- Isabel Suelen Ramos Lopes
- Nathasha Almeida Costa
- Hanna Karina Melo Guimarães
- Isla Emily da Silva Andrade
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 3: Inovação, tecnologia e empreendedorismo nos processos de trabalho da Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: a saúde materno-infantil começa na idade média, quando as mulheres e crianças eram tratas com inferioridade e seres que não usufruíam de privilégios. É importante a preocupação para a saúde pública assuntos que tangem a mortalidade materno-infantil e a sua precaução. Alguns fatores englobam este campo incluindo cuidados pré-natais, imunização e as políticas publicas. Objetivo: relatar as estratégias para reduzir a taxa de mortalidade materno–infantil através da participação de um webinário de promoção da saúde. Metodologia: trata-se de um relato de experiência, baseado na participação de um webinário de promoção da saúde cujo o tema intitulado foi Caminhos para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar, ocorrido em 18 de junho de 2024. Tendo como foco a Estratégia para reduzir a taxa de mortalidade materno-infantil. O evento foi organizado pelos alunos do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Resultados: foram abordados quatro temas. O primeiro abordou a história da saúde materno-infantil, em que no período patriarcal as crianças eram vistas como um adulto em miniatura, e as mulheres eram subordinadas as vontades do homem. O segundo tema mostrou que as crianças possuem pensamentos e sentimentos próprios, e a maneira que ela é tratada na infância interfere na sua vida adulta. A partir disto, começou-se a estudar aspectos socioafetivos da criança, pois conexões são moldadas pelo meio em que ela vive. O terceiro tema abordado foi a pandemia e o cenário atual, em que as taxas de mortalidades tiveram avanço ao longo dos anos, porém no período da pandemia houve uma regressão. Todavia as estratégias ainda assim são de grande valia, uma delas foi orientar as avós em relação ao aleitamento para alcançar as mães e com isso tiveram um efeito frutífero. O último tema envolveu alguns avanços, como o impedimento de segurar o bebê por muito tempo no colo, e hoje com o método canguru nota-se que quanto mais tempo o neonato passa no colo menos ele vai sofrer com ansiedade e síndrome do pânico da vida adulta. Outro passo importante foi o incentivo da amamentação, trazendo benefícios ao bebê e para a mãe. Conclusão: Em suma, as condutas discutidas demonstram que as estratégias como a integralidade do cuidado são essenciais para reduzir a mortalidade materno-infantil.