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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ORIENTAÇÕES SOBRE OS CUIDADO COM O COTO UMBILICAL: UM RELATO ACOLHEDOR
Relatoria:
Andressa Kauane Teixeira dos Santos
Autores:
  • Marttem Costa de Santana
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
Introdução: O cuidado com o coto umbilical faz parte do atendimento ao recém-nascido, uma vez que essa área está vulnerável a infecções e complicações durante o processo de cicatrização. Objetivo: Relatar as experiências de orientações para puérperas e acompanhantes sobre os cuidados com o coto umbilical. Método: Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. Utilizou-se de descritores: “Orientação”, “Recém-Nascido” e “Cordão Umbilical". Quais as recomendações para puérperas e acompanhantes sobre os cuidados do coto umbilical? Analisou-se os dados produzidos pelos diários de estágio de Enfermagem com a técnica de análise narrativa. Resultados: Durante as palestras de acolhimento no alojamento conjunto, entre a acadêmica de enfermagem e enfermeiro-docente pós-graduando em Enfermagem Neonatal e Pediátrica, foram prestadas as seguintes orientações: lavar as mãos antes e depois de tocar no bebê ou no coto umbilical; limpar o coto umbilical com água e sabonete neutro; secar bem após a limpeza; aplicar soluções antissépticas apropriadas, como clorexidina a 0,5% ou álcool a 70%, após o banho ou após a troca de fralda, no mínimo três vezes ao dia; usar três bolas de algodão ou três cotonetes (para a parte inferior da presilha, presilha, e parte superior da presilha do coto); manter o coto exposto ao ar e evitar a umidade é fundamental para a cicatrização; dobrar a parte da frente da fralda para baixo, evitando que cubra o coto umbilical, pois pode causar lesão por pressão (presilha na pele do recém-nascido); monitorar sinais de infecção, como vermelhidão, odor ou secreção, e procurar a unidade de saúde mais próxima caso necessário; evitar o uso de faixas, cintas ou qualquer objeto que comprima o coto umbilical; não puxar o coto umbilical, mesmo que pareça estar solto; vestir o bebê com roupas que permitam a ventilação da área; evitar o uso de produtos não recomendados pelos profissionais de saúde; atentar para a queda do coto entre o 6º e o 15º dia; agendar uma visita com o Agente Comunitário de Saúde e da equipe da estratégia da família. Considerações Finais: Realça-se que essas práticas promovem a queda rápida do coto umbilical. A documentação cuidadosa das observações na caderneta da criança e o reporte imediato de qualquer sinal de complicação garantem a segurança e a qualidade do atendimento. Seguir atenciosamente essas orientações contribui significativamente para a saúde e o bem-estar do recém-nascido.