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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ADVOCACIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE: UMA REFLEXÃO TEÓRICA COM ENFOQUE NA ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM
Relatoria:
Ana Caroline da Silva Estácio
Autores:
  • Carla Maria Sampaio Ribeiro
  • Lara Rebecca Marcelino do Carmo
  • Lívia Moreira Barros
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 2: Ética, política e o poder econômico do cuidado
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Entende-se por “advocacia” a reivindicação de direitos, atividades, implementação e definição de políticas públicas. Levando isso em consideração, ao tratar de advocacia em saúde, esse papel também deve ser de responsabilidade dos profissionais da área. Objetivo: refletir acerca da formação e atuac?a?o de enfermeiros no exerci?cio da advocacia ao paciente nos servic?os de sau?de. Metodologia: Estudo descritivo do tipo reflexivo, realizado a partir de revisa?o narrativa da literatura sobre a tema?tica realizado no período XX. Buscou-se literaturas sobre XX. Após a leitura e análise das informações, as reflexões foram categorizadas em duas vertentes: “Enfermagem, advogado do paciente?” e “Advocacia em promoção da saúde?”. Resultados e discussões: Enfermagem, advogado do paciente? - A advocacia representa um dos conceitos chave da ética em enfermagem, discutido na literatura desde 1973 quando o Conselho Internacional de Enfermeiros (CIE) o introduziu no Código de Ética da profissão. Dessa forma, é possível encontrar na Enfermagem algumas ações relacionadas à advocacia em saúde, na qual se incluem: proteger o usuário contra intervenções que ele não deseja; deixar o usuário escolher se deseja ou não realizar algum tratamento que seja desnecessário à sua recuperação, entre outros. Advocacia em promoção da saúde? - Competência que apoia o empoderamento, liderança, equidade e a construção de capacidades para a ação em promoção da saúde, bem como, advocacia em saúde, onde ambas as competências compõem o eixo político-social, relacionado ao empoderamento dos indivíduos sobre as decisões relativas à sua saúde. As ações da advocacia do paciente exercida pelos enfermeiros representam uma tarefa difícil, de dilemas éticos e de conflitos com a realidade que limitam a autonomia e desempenho do profissional, uma vez que essas ações, sofrem influência das relações entre os profissionais, situações clínicas dos usuários e do ambiente no qual estão inseridos e das individualidades de cada usuário. Conclusão: Ações de advocacia do paciente podem estar de forma subentendida nos currículos dos cursos de Enfermagem, entretanto, não há um enfoque para as ações que envolvem essa competência do enfermeiro e a necessidade de desenvolvimento de habilidades ainda na graduação para melhor atuação desse profissional nos serviços de saúde.