
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PERFIL OBSTÉTRICO E CLÍNICO DO BINÔMIO MÃE-FILHO DE UM HOSPITAL REGIONAL NO AGRESTE PERNAMBUCANO
Relatoria:
Estephanne Cristinna Avelino Lopes Correia
Autores:
- Ana Luíza Paula de Aguiar Lélis
- Karla Roberta de Almeida
- Kawane Estefany de Freitas Gomes
- Natália de Sampaio da Silva
- Wanessa Maria da Silva Ventura
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Trabalho de conclusão de curso
Resumo:
Os dados socioeconômicos e clínicos do binômio mãe-filho são dados referentes a um estudo sobre icterícia, tendo como participantes binômios da maternidade que estavam em amamentação e fototerapia. Objetivou-se realizar a caracterização socioeconômica e clínica do binômio mãe-filho. Trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória, de abordagem quantitativa. A pesquisa foi realizada no Hospital Regional Ruy de Barros Correia, na cidade de Arcoverde. Participaram deste estudo 15 binômios. A coleta de dados ocorreu com a caracterização usando formulário próprio, e dados da puérpera e do RN dos prontuários. Os dados foram analisados, organizados e tabulados no programa Microsoft Office Excel 2010 e realizados cálculos percentuais. A análise dos dados revelou os seguintes resultados: 2 (13,33%) tinham 18 anos de idade, 10 (66,66%) tinham entre 19 e 25 anos, 2 (13,33%) tinham entre 26 e 32 anos e 1 (6,66%) tinham entre 33 e 39 anos. Dessas, 13 (86,66%) eram solteiras e apenas 2 (26,66%) eram casadas. Quanto à escolaridade, 8 (53,33%) possuíam o ensino médio completo, apenas 1 (6,66%) possuía ensino fundamental completo e 6 (26,66%) tinham o ensino fundamental incompleto. Em relação à etnia, 7 (46,66%) eram brancas, 7 (46,66%) pardas e 1 (6,66%) preta. Com relação aos antecedentes clínico-obstétricos, apenas 1 (6,66%) das puérperas tinha tido algum aborto. Cinco (33,33%) relataram que aquele era seu segundo parto, 3 (20%) era seu terceiro parto e 7 (46,66%) era seu primeiro parto. Quanto ao tipo de parto, 10 (66,66%) tiveram parto normal e 5 (33,33%) foram submetidas a cesariana. Quando indagadas se a gestação foi planejada, 9 (60%) informaram que não foi, 5 (33,33%) informaram que sim e apenas 1 (6,66%) não quis informar. Quanto ao trabalho de parto atual, 9 (60%) estavam a termo, 4 (26,66%) pós termo e 2 (13,33%) pré-termo. Os dados dos RNs demonstraram que 8 (53,33%) eram do sexo feminino e 7 (46,66%) do sexo masculino; para a variável intercorrências no parto 1 (6,66%) apresentou infecção urinária e 2 (13,33%) apresentaram outras intercorrências; o clampeamento do cordão umbilical aconteceu de forma tardia para 3 (20%) RNs, precoce para 4 (26,66%) e 8 (53,33%) não foi informado. Conclui-se, que as mães menores de 20 anos, sem rede de apoio, sem gestações anteriores e com baixa condição socioeconômica obtiveram menor sucesso nas temáticas estudadas.