
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
AUXÍLIO DA ENFERMAGEM NO ALÍVIO NÃO FARMACOLÓGICO DA DOR NO PARTO
Relatoria:
Maria Luiza Conde Barroso
Autores:
- Maria Rita dos Santos Navarro
- Ângela Rebeca Pessoa Morais
- Deivid Araújo Paulino
- Isabel Vitória do Nascimento Pereira Gomes
- Tarciana dos Santos Oliveira
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: A bibliografia informa que o uso frequente de medicamentos provoca diversas reações ao organismo e existem alternativas que não causam tantos efeitos adversos ao paciente. Sendo assim, métodos não farmacológicos podem ser utilizados para promover o alívio da dor durante o trabalho de parto (TP), além de reduzir a ansiedade durante o processo. Nesse cenário, o auxílio e a orientação para a realização dessa conduta pode ser ofertado e assegurado pela enfermagem. OBJETIVO: Identificar, através da literatura, o auxílio de enfermeiros no alívio da dor pelo uso de métodos não farmacológicos. METODOLOGIA: Trata-se de revisão de literatura realizada em junho de 2024, na qual foram analisados artigos disponíveis nas bases de dados PubMed e SciElo. Para a busca foram utilizados os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Nursing care”, “Labor pain” e“Nurse midwives”, combinados com o operador booleano AND. Foram incluídos artigos completos e disponíveis online e gratuitamente. Ademais, sofreram exclusão as teses e artigos que não responderam ao objetivo, textos duplicados e retidos. Após análise e leitura, resultando em uma amostra final de 5 artigos. RESULTADOS: Com a análise dos dados verificou-se que métodos não farmacológicos, como a acupressão sacral, acupuntura, banhos quentes, exercícios com bola suíça e aromaterapia, são favoráveis ao alívio da dor durante o TP, parto e pós-parto. Dentre os profissionais que compõem a equipe obstétrica, o enfermeiro deve estar apto a auxiliar as parturientes durante o TP, respeitando seus limites. Sendo assim, o enfermeiro pode fazer o uso individual ou combinado desses métodos, tendo em vista que estimulam o relaxamento, reduzindo as dores provocadas pelas contrações uterinas, bem como podem auxiliar na diminuição de quadros de ansiedade provocados pelo fenômeno parturitivo. Ademais, observa-se que as estratégias não farmacológicas podem prevenir intervenções desnecessárias, já que contribuem para que as mulheres sintam-se mais confortáveis e, consequentemente, para a progressão do TP. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Com base nos resultados encontrados, conclui-se que os métodos não farmacológicos podem e devem ser usados pelo enfermeiro em diferentes momentos do trabalho de parto, pois trazem segurança e conforto para a gestante. Ressalta-se a importância da combinação dos métodos para melhores resultados no alívio da dor e na progressão do trabalho de parto, respeitando o limite da parturiente.