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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
O PAPEL DA ENFERMAGEM NO COMBATE A LGBTFOBIA
Relatoria:
Thiago de Sousa Pereira
Autores:
  • Sara Ingrid Barbosa Santos
  • Lawanda Hickman da Silva Gonzaga
  • Anna Maria Brandão França
  • Maria Eduarda de Sousa Ribeiro
  • Ariadne Siqueira de Araujo Gordon
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 2: Ética, política e o poder econômico do cuidado
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Na contemporaneidade notam-se barreiras que dificultam o atendimento e cuidado específico direcionado a saúde da população LGBTQIA+, barreiras essas que corroboram com a estigmatização e o preconceito contra essa parcela da população. Nesse sentido, a enfermagem, por possuir um papel crucial na promoção da saúde e por conter em seu código de ética os princípios dos direitos humanos, deve atuar para garantir o acesso integral à saúde e uma assistência e cuidado de qualidade para essa população historicamente desassistida, sem distinção ou qualquer discriminação devido a orientação sexual e/ou identidade de gênero. Objetivo: Descrever a importância da atuação da enfermagem na assistência prestada à comunidade LGBTQIA+. Metodologia: Revisão integrativa da literatura, desenvolvida a partir da questão norteadora: “Como a enfermagem pode atuar no enfrentamento a LGBTFOBIA?”. A pesquisa foi realizada na base de dados da BDENF em junho de 2024 com os descritores “Enfermagem LGBT” e “Enfermagem LGBTFOBIA”. Incluíram-se artigos originais em português, publicados entre 2019 e 2024. Identificou-se 17 artigos, dos quais, após a leitura dos títulos e resumos, selecionou-se 5 artigos para leitura na íntegra. A amostra final reuniu 4 artigos. Resultados: Evidenciou-se nas pesquisas a necessidade do acolhimento da população LGBTQIA+ por parte dos profissionais da enfermagem, como também a necessidade de compreensão da pluralidade e complexidade dessa camada. Bem como a necessidade de capacitação desses profissionais mediante ao atendimento especializado a essa população historicamente desassistida. Considerações Finais: Diante disso, o profissional de enfermagem deve se abster das barreiras culturais que dificultam o acesso e o acolhimento dessas pessoas, uma vez que a indiferença dos profissionais e a ausência de competências e habilidades que preparam o enfermeiro para a assistência dessa população favorece a manutenção do preconceito e da marginalização já existente na sociedade.