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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ANÁLISE DA MORTALIDADE MATERNA NO MARANHÃO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Relatoria:
Maria Clara Santos Da Silva
Autores:
  • Alana Karoline de Lemos Lima
  • Rita de Cássia dos Santos
  • Afonso Paulo Costa Ferro
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: A Organização Mundial de Saúde (OMS), definiu como mortalidade materna; a morte de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independente da duração ou localização da gravidez. Infelizmente, a mortalidade materna e infantil ainda é um desafio de saúde pública no Brasil, principalmente nos estados que possuem o Índice de desenvolvimento humano baixo (IDH). De acordo com o Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna, em 2021 no Maranhão, foram registrados 2.606 óbito. Em 2022, ocorreram 2.260. É axiomático a implementação de ações para depauperar esse desafio, uma vez que envolve um conjunto de preceito; direitos humanos, desenvolvimento social e saúde pública. OBJETIVOS: Explorar as lacunas de conhecimento sobre mortalidade materna no Maranhão e propor recomendações para políticas públicas que visem a redução de óbito materno. MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo ecológico de série temporal, com uso de dados secundários provenientes de sistemas de informação em saúde. Ademais, as fontes de dados oriundas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), análise da Secretaria de Vigilância em Saúde, em conjunto com a Secretaria Estadual, disponíveis no sistema do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). RESULTADOS: Os percentuais e dados obtidos através de sites públicos demonstram que a mortalidade materna em questão atinge desigualmente as regiões brasileiras, com maior preponderância entre mulheres de classes sociais com menor acesso a saúde e educação. Os resultados demarcam cômputo de casos de óbitos maternos, que na maioria dos casos podem ser evitados. CONCLUSÃO: Os resultados e dados expostos dos Sistemas em saúde, como por exemplo; os boletins epidemiológicos, demarcam cômputo de casos de óbitos de mortalidade materna. Resultados esses que podem ser revertidos em cuidados humanizados, formação e capacitação de profissionais de saúde e atenção especial a grupos vulneráveis.