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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À UMA GESTANTE EM PARADA CARDIORESPIRATÓRIA
Relatoria:
Natalia dos Santos Sales
Autores:
  • PRISCILA MARQUES DA SILVA
  • RITA LUÍZA BRAGA HONORATO
  • LÍDIA SOUSA MOURA
  • MARIA SALETE BAROBOSA MONTEIRO
  • TATIANE DA SILVA COELHO
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: A parada cardiorespiratória (PCR) na gestação é um evento raro (1:30.000/1:20.000 gestações), porém catastrófico. A sobrevivência é baixa e comumente associada a sequelas. As modificações fisiológicas da gestação alteram as necessidades do organismo materno e tornam mais difícil a reanimação cardiopulmonar (RCP). Ação imediata é fundamental, já que a condução inicial modifica o prognóstico. O atendimento deve sempre ser integral e padronizado. Todo profissional que atende emergências e/ou gestantes precisa estar preparado através de treinamentos e padronização de condutas. A prioridade é sempre a reanimação materna e todos os protocolos de reanimação e eletrocardioversão são semelhantes aos praticados em pacientes não grávidas. OBJETIVO: Relatar a experiência acerca da assistência prestada à uma gestante em parada cardiorrespiratória. METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência vivenciado na sala de parto de uma Maternidade Escola, de nível terciário, acerca da assistência prestada a uma gestante com quadro de eclâmpsia que evoluiu com parada cardiorrespiratória (PCR). RESULTADOS: Durante à assistência de Enfermagem obstétrica na sala de parto da maternidade escola foi admitida uma paciente gestante inconsciente proveniente da emergência com histórico de convulsão. Ao recebermos essa gestante observamos que ela estava em PCR e que, apesar da presença de uma equipe multiprofissional, percebeu-se grande dificuldade por parte da equipe em prestar assistência e despreparo da equipe para atender a esse tipo de emergência. A minha experiência enquanto enfermeira de UTI em outra unidade hospitalar possibilitou que eu assumisse o carrinho de parada para que fosse preparadas as medicações em tempo hábil, bem como a reanimação cardiopulmonar e estabilização da paciente para então ser encaminhada para a cesariana. A mulher e o bebê sobreviveram. CONCLUSÃO: As equipes de enfermagem e médica precisam estar treinadas e qualificadas para prestarem uma assistência de qualidade e aumentarem as chances de sobrevivência de mulheres durante as emergências como a PCR.