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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
CARACTERIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DOS ÓBITOS POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO NO BRASIL ENTRE 2018 E 2022
Relatoria:
Francisco Lucas Aragão Freire
Autores:
  • Larissa Helen Portela Martins
  • Carlos Eduardo Lopes Nascimento
  • Klaiwer do Nascimento Xavier
  • Antônio Tiago da Silva Souza
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: O infarto agudo do miocárdio (IAM) é considerado uma das doenças que mais causam mortes no Brasil, que possui como fatores de desencadeantes, em especial, o estilo de vida, pois o tabagismo, o consumo de alimentos processados, assim como a ausência de atividade física contribuem para os indivíduos terem essa doença que é responsável por um número elevado de mortes, revelando a importância desta pesquisa. OBJETIVO: Identificar o perfil epidemiológico e a distribuição espaço-temporal da mortalidade por IAM no Brasil entre 2018 e 2022. MÉTODO: Trata-se de um estudo ecológico de natureza quantitativa, em que foi verificada a mortalidade por IAM, que ocorreu na população residente do Brasil, sendo disponibilizado no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), no período de 2018 a 2022, e que foram obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Para a realização da análise descritiva foi usada a estatística univariada, em que para a análise espacial, temporal e realização de cálculo de taxas de mortalidade e mapas, os softwares Tabwin e Microsoft Excel, nesta sequência. Como os dados foram obtidos de fonte secundária e são de domínio público, não houve necessidade de submeter esta pesquisa ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). RESULTADOS/DISCUSSÃO: Nos cinco anos em análise ocorreram 473.125 mortes por IAM no Brasil. Conforme as informações fornecidas pelo DATASUS, houve predominância do sexo masculino (280.162; 59,22%), dos brancos (241.778; 51,10%), da faixa etária de 60 anos ou mais (361.335; 76,37%), de quatro a sete anos de escolaridade (110.076; 23,27%), dos casados (181.158; 38,29%) e do local de ocorrência mais comum o hospital (230.432; 48,70%). Em relação às cinco Regiões do Brasil, as que tiveram mais mortes, de maior para a de menor mortalidade foram: Sudeste (218.247; 46,14%), Nordeste (130.863; 27,66%), Sul (62.939; 13,30%), Centro-Oeste (32.905; 6,95%) e Norte (28.171; 5,95%). CONSIDERAÇÕES FINAIS: Percebe-se que o IAM é responsável por alto número de óbitos no país, pois só no período analisado ocorreram 473.125 mortes por essa doença. Em relação à população mais acometida, houve predominância do sexo masculino, dos brancos, da faixa etária de 60 anos ou mais, de quatro a sete anos de escolaridade, dos casados e do hospital como local em que ocorreram mais óbitos.