
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
RELATO DE EXPERIÊNCIA REAÇÃO ADVERSA PÓS-VACINAÇÃO EM CRIANÇA
Relatoria:
Priscila Marques da Silva
Autores:
- NATÁLIA DOS SANTOS SALES
- SUYANE REBOUÇAS DE OLIVEIRA ALVES
- Maria Salete Barbosa Monteiro
- Ana Kelly Alexandre Martins Soares
- ANA SHEILA CHAGAS PINHO
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: A segurança do paciente tem sido uma das principais preocupações de órgãos internacionais e nacionais de saúde. A preocupação em manter a qualidade do cuidado e a assistência segura tem perpassado os diferentes níveis de atenção à saúde e dentre esses destaca-se a Atenção Primária em Saúde (APS), por se constituir em ponto de acesso preferencial ao Sistema Único de Saúde (SUS). Uma das principais ações em saúde realizadas na APS é a vacinação que é considerada uma das melhores estratégias para prevenção de doenças infecciosas, contribui para redução de morbimortalidade, evita internações, reduz custos para o sistema de saúde e previne incapacidades em longo prazo. Por ser uma intervenção relativamente simples, econômica e mundialmente utilizada, a adoção de práticas seguras em vacinação, embasadas em evidências científicas, é de importância crucial. OBJETIVO: Relatar a experiência acerca da ocorrência de reação adversa após administração de vacina DTP em uma criança. METODOLOGIA: Relato de experiência acerca de uma reação adversa após administração de vacina em uma criança, dia 23/10/2023, na UAPS Osmar Carneiro. RESULTADOS: A reação adversa ocorreu em uma criança, do sexo masculino, com 1 ano e 11 meses, acompanhado da mãe, vacinado dia 23/10/2023, na UAPS Osmar Carneiro, por uma técnica de enfermagem. Foi aplicada a vacina DTP ( LOTE: 0000222). Criança apresentou nódulo e rubor no local da aplicação, além de febre entre 38°C e 39°C, segundo relato da mãe e da avó. Após aplicação passou 10 dias febril. Apresentava dificuldades para caminhar e referia dor local. Foi levada a UAPS, recebeu atendimento médico, que o encaminhou para o hospital infantil, onde foi atendido pela pediatra que encaminhou para o hospital de referência, na cidade de Quixeramobim para avaliação do cirurgião. O médico cirurgião prescreveu antibiótico e recomendou compressa fria, caso não resolvesse seria caso de cirurgia. O problema persistiu cerca de 2 meses, porém foi resolvido sem a necessidade de cirurgia. CONCLUSÃO: A criança conseguiu se recuperar sem sequelas devido ao reconhecimento dos sinais de alerta e o pronto atendimento da equipe Portanto, é essencial manter um registro preciso da vacina aplicada e estar atento a possíveis reações adversas para agir prontamente, garantindo a segurança e eficácia do processo de imunização.