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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ÓBITOS EM MENORES DE UM ANO POR CAUSAS EVITÁVEIS EM MATO GROSSO, 2013-2022
Relatoria:
Maria Clara Saturnino de Souza
Autores:
  • Kauã Henrique da Silva
  • Daniella Araujo Dias
  • Joamildo Aparecido Barbosa Filho
  • Joana Denise Martins Figueiredo Moraes
  • Fabiane Blanco Silva Bernardino
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A mortalidade infantil é um dos principais indicadores de desenvolvimento de uma nação. Altas taxas de mortes de crianças menores de um ano estão relacionadas aos indicadores sociais, econômicos e problemas de saúde¹. Ao caracterizar essa taxa, é possível identificar como e porque ocorre, além do que pode ser feito para melhorar as condições de saúde desta população. Objetivo: Descrever a mortalidade de crianças menores de um ano por causas evitáveis no estado de Mato Grosso no período de 2013 a 2022. Método: Trata-se de um estudo descritivo dos óbitos de crianças menores de um ano notificados no estado de Mato Grosso no período de 2013 a 2022. Os dados foram coletados dos bancos de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) do Ministério da Saúde, registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Foi realizada uma análise descritiva dos óbitos por causas evitáveis no período de 10 anos. Resultados/Discussão: Os resultados evidenciaram que no estado de Mato Grosso a mortalidade infantil não apresentou redução no período em estudo. A maioria dos óbitos são por causas evitáveis, dentre elas destacam-se: baixa qualidade da atenção às mulheres na gestação, parto e atenção ao recém-nascido. Além de que aproximadamente 90% dos óbitos foram registrados dentro dos hospitais. Considerações finais: Os dados apresentados revelam resultados significativos nas taxas de mortalidade infantil por causas evitáveis indicando deficiências nos cuidados de saúde prestados a essa população. Portanto, os desafios enfrentados pelos gestores em Mato Grosso, exige abordagens integrais e coletivas, incluindo o destino de melhores recursos a adequada atenção à saúde materno-infantil.