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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
APLICATIVOS DE SAÚDE E A ENFERMAGEM: FACILITANDO A GESTÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS
Relatoria:
Beatriz Neves Guedes
Autores:
  • Cláudia Lisboa Dias
  • Maryana Viana Santos
  • Steffanny Geovanna da Silva
  • Naivana Moraes de Sousa
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 3: Inovação, tecnologia e empreendedorismo nos processos de trabalho da Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
INTRODUÇÃO: A gestão de doenças crônicas representa um desafio significativo para os sistemas de saúde no mundo. Os aplicativos de saúde podem revolucionar a gestão de doenças crônicas, facilitando o monitoramento de sinais vitais. Com o avanço da tecnologia, aplicativos de saúde têm emergido como ferramentas valiosas para otimizar essa gestão. OBJETIVOS: Analisar a importância de como esses aplicativos podem ser integrados na prática de enfermagem. MÉTODOS: Confere-se a uma pesquisa de revisão de literatura do tipo integrativa, realizada em junho de 2024. A pesquisa inicial foi conduzida mediante o uso dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) relacionados a “Aplicativos”, “Saúde”, “Enfermagem”, “Gestão” e Doenças Crônicas”; combinados pelo operador booleano “AND”. As bases de dados utilizadas na pesquisa foram LILACS, MEDLINE e BDENF-ENFERMAGEM disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Os critérios de inclusão abrangeram artigos que abordassem o escopo do estudo, publicados integralmente em inglês, espanhol e português dentro do intervalo temporal de 2019 a 2024. Após as buscas, foram identificados e selecionados 3 trabalhos para compor esta revisão. RESULTADOS: Os aplicativos de saúde têm desempenhado um papel cada vez mais importante na gestão de doenças crônicas, resultando no monitoramento contínuo dos sintomas. Essas ferramentas tecnológicas oferecem recursos como lembretes de medicamentos, registro de dados de saúde, acompanhamento de dieta e exercícios, contribuindo para uma abordagem mais integrada e personalizada no cuidado dos pacientes. CONCLUSÃO: Portanto, os aplicativos de saúde são fundamentais na gestão de doenças crônicas, pois, promovem monitoramento contínuo, autonomia do paciente e comunicação eficaz. Representam um avanço significativo na otimização do cuidado e no empoderamento dos pacientes no autocuidado.