
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
SEGURANÇA DO PACIENTE: CONHECIMENTO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DE CUIDADOS INTENSIVOS
Relatoria:
CASSIANE LOIOLA FERNANDES
Autores:
- Evandro Francisco de Farias Júnior
- Adriana Tavares Hang
- Priscilla Perez da Silva Pereira
- Daniela Oliveira Pontes
- Arghia Gigli Souza
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A segurança do paciente (SP) tem sido um desafio para os serviços de saúde em diferentes níveis de atenção em todo o mundo. A cultura da SP é uma estrutura multifatorial, que intenta promover uma abordagem do sistema para prevenir e reduzir danos aos pacientes, sendo uma cultura em que todos estão conscientes de seu papel e de sua contribuição para a instituição, responsabilizando-se pelas consequências de suas ações. Objetivo: Analisar o conhecimento de profissionais da equipe multiprofissional de unidade de terapia intensiva quanto a segurança do paciente. Método: Estudo transversal descritivo de abordagem quantitativa baseado em pesquisa de opinião, realizada entre agosto de 2022 a julho 2023 em um hospital de retaguarda no atendimento de urgência e emergência em Porto Velho/Rondônia. Utilizou-se o “Instrumento de Avaliação do Conhecimento dos Profissionais de Saúde sobre a Segurança do Paciente”. Amostragem não probabilística. Os dados foram analisados com o auxílio do pacote Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 26.0. Este estudo decorre do projeto matriz “Boas Práticas na assistência ao paciente, no controle da infecção e no processamento de produtos para a saúde no Estado de Rondônia”. Resultados: Participaram do estudo 16 profissionais, sendo médico (6,3%; N=1), enfermeiros (25%; N=4), técnicos de enfermagem (25%; N=4), fisioterapeuta (6,3%; N=1), fonoaudiólogos (18,8; N=3) e nutricionistas (18,8%; N=3), destes, 93,8% do sexo feminino, na faixa etária de 41 a 45 anos (31,3%). Sobre a abordagem da SP na formação profissional, 58,8% (N=10), relataram ter adquirido maior conhecimento no local de trabalho. 50% N=7 apontaram que os erros cometidos na assistência podem gerar eventos adversos. 75%; N=12 responderam que não conhecem as metas de segurança do paciente e, 68%; N=11 não souberam dizer quantas existem, entre outros pontos analisados. Conclusão: Constatou-se que o conhecimento dos profissionais acerca da segurança do paciente ainda é insuficiente, visto que apresenta lacunas que podem interferir na segurança assistencial ofertada, restando dúvidas no que tange principalmente as metas de segurança do paciente, a contenção mecânica e a responsabilidade da notificação de incidentes em saúde.