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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ENFERMAGEM NO MANEJO DA DOR EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS: ESTRATÉGIAS EFICAZES E IMPACTOS NA QUALIDADE DE VIDA
Relatoria:
José Ruan Luiz da Silva
Autores:
  • José Cláudio da Silva Junior
  • Jefferson Josivaldo da Silva
  • Jadiely Heloísa da Silva
  • Matheus Fernando Gomes de Azevedo
  • Emanuella Batista da Silva
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A experiência hospitalar para crianças pode ser marcada por procedimentos invasivos, eles causam dor que , quando não tratada, pode prejudicar o bem-estar e ter repercussões no desenvolvimento emocional, além de afetar a recuperação física. O manejo adequado da dor é crucial para aliviar o sofrimento desses pacientes. Neste contexto, a enfermagem tem um papel vital na gestão da dor pediátrica, atuando como integrante da equipe de cuidados e defensora do conforto e qualidade de vida dos hospitalizados, com abordagens multidimensionais. Objetivo: Investigar as estratégias de enfermagem no manejo da dor em crianças hospitalizadas. Metodologia: O estudo adotou a revisão integrativa da literatura, para explorar as melhores práticas de enfermagem no manejo da dor. Os artigos selecionados foram das bases de dados: BVS, MEDLINE, SciELO e Literatura Cinzenta. Foram utilizados Descritores em Saúde (DeCS), incluindo Enfermagem Pediátrica, Cuidado da Criança e Criança Hospitalizada, combinados com o operador booleano AND. A busca resultou em um total de 45 artigos, os critérios de inclusão foram aplicados para selecionar artigos em texto completo, no idioma português, e que foram publicados no período de 2019 a 2024. A amostra final consistiu em 06 artigos que foram relevantes. Resultados e Discursão: Entre as abordagens farmacológicas, a administração de analgésicos foi prevalente para o alívio da dor aguda. Nas estratégias não farmacológicas, a musicoterapia emergiu como uma intervenção eficaz para distração e relaxamento durante procedimentos, reduzindo a percepção da dor e estresse. Enquanto as estratégias farmacológicas oferecem alívio imediato da dor, abordagens não farmacológicas, como musicoterapia e terapia com brinquedos, juntamente com o apoio familiar e de uma equipe multidisciplinar, promovem um ambiente de cuidado. Essas intervenções melhoram a qualidade de vida, reduzem o estresse familiar e fortalecem a resiliência emocional, além de melhorar a qualidade no manejo da dor em procedimentos pediátricos envolve aumentar o conhecimento da enfermagem, capacitação e implementação. Considerações Finais: Esta revisão destacou a eficácia de estratégias farmacológicas e não farmacológicas na redução da dor. Para avançar, é essencial integrar a colaboração interdisciplinar entre enfermeiros, para desenvolver abordagens de cuidado que considerem os aspectos físicos, emocionais das crianças.