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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
O PROCESSO DE ENFERMAGEM EM PACIENTES PORTADORES DE ESCLEROSE MÚLTIPLA
Relatoria:
Elisa da Silva Herminio
Autores:
  • Elayne Cristina de Oliveira Ribeiro
  • Iris Nayara da Conceição Souza Interaminense
  • Márcia Rique Carício
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução. A Esclerose Múltipla é uma doença neurodegenerativa, caracterizada pela desmielinização inflamatória da substância branca do Sistema Nervoso Central. É por meio do trabalho desenvolvido pela enfermagem que o paciente com Esclerose Múltipla terá um cuidado colaborativo, no qual o Enfermeiro tem o papel de analisar as dores do paciente. É importante existir um relacionamento enfermeiro-paciente para contar com a participação do paciente no processo de cuidado. Objetivo. Analisar o Processo de Enfermagem em pacientes com Esclerose Múltipla. Metodologia. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Para tanto, utilizamos os descritores: “Multiple sclerosis”, “Nursing process” e “Nursing Care” com o operador booleano AND indexados nos Descritores em Ciências da Sáude (DECs). Como critérios de inclusão: selecionamos artigos publicados na plataforma PubMed nos últimos 5 anos e no idioma inglês. Nos critérios de exclusão, foram excluídos artigos que não possuíam relação com o objeto deste estudo e que não estavam disponíveis na íntegra para leitura. Resultados. Inicialmente, foram encontrados 36 artigos e, após a análise dos títulos e abstract foram selecionados 8 artigos para leitura. Dos artigos analisados, existe uma teoria principal sobre o cuidado colaborativo: a teoria de King, que consiste em atingir metas que o próprio paciente opina a fim de melhorar a qualidade de vida enquanto portador de Esclerose Múltipla. O cuidado colaborativo visa que o enfermeiro tenha noção do que o paciente entende sobre a doença (EM), para poder ensinar os prós e contras dos procedimentos existentes, além de construir uma relação com o paciente para ter uma proximidade que viabilize o cuidado desse paciente. É válido pontuar que quanto mais avançada a Esclerose Múltipla está, menos independência esse paciente terá para realizar tarefas diárias, então a enfermagem terá uma abordagem para reconhecer as principais dores e dificuldades do paciente. Conclusão. Observamos que o papel da enfermagem no atendimento aos pacientes com Esclerose Múltipla é centrado na atenção primária. Quanto ao panorama de publicações sobre o tema, ainda é pouco abordado, porém em ascenção nos últimos anos. Outro ponto tange no quesito de conhecer a Esclerose Múltipla e seus estágios, visto que saber sobre a doença facilita no manejo com os cuidados com o paciente.