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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
O PAPEL DO ENFERMEIRO NA GESTÃO DOS CUIDADOS PALIATIVOS
Relatoria:
Gabrielle santos macedo
Autores:
  • Mellyssa Monteiro Silva Melo
  • Jéssica Thais frazao Sousa
  • Danielle Cutrim Mendes
  • Willianny Santos Costa
  • Rosana de Jesus Santos Martins Coutinho
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: Os cuidados paliativos são fundamentais para melhorar a qualidade de vida de pacientes com doenças crônicas avançadas, focando no alívio dos sintomas e no suporte emocional e espiritual. Esses cuidados visam proporcionar conforto e dignidade aos pacientes, reduzindo o sofrimento e promovendo o bem-estar integral. No Brasil, a integração dos cuidados paliativos nos diferentes níveis de atenção à saúde tem ganhado destaque, reforçando a importância de uma abordagem holística e humanizada. O enfermeiro tem um papel central nesse contexto, atuando como coordenador dos cuidados e facilitador da comunicação entre pacientes, famílias e a equipe multidisciplinar. Objetivo: Explorar e destacar a importância do papel do enfermeiro na gestão dos cuidados paliativos, analisando suas funções e impactos nos desfechos dos pacientes. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa, utilizando bases de dados como SciELO, PubMed e LILACS. Foram selecionados artigos publicados entre 2015 e 2023 que abordam o papel do enfermeiro em cuidados paliativos, totalizando 18 estudos incluídos na análise. Resultados: A revisão revelou que o enfermeiro desempenha múltiplas funções na gestão dos cuidados paliativos. Ele é responsável por avaliar continuamente o estado de saúde do paciente, controlar sintomas como dor e dispneia, e implementar planos de cuidados individualizados. Além disso, atua como educador, fornecendo orientações claras sobre o tratamento e suporte aos familiares na compreensão dos cuidados paliativos. Estudos indicam que o envolvimento ativo do enfermeiro resulta em melhores desfechos para os pacientes, incluindo maior conforto físico e psicológico. A habilidade do enfermeiro em promover uma comunicação aberta e empática contribui significativamente para a qualidade dos cuidados prestados, facilitando decisões compartilhadas e alinhadas aos valores do paciente. Conclusão: O papel do enfermeiro na gestão dos cuidados paliativos é essencial para garantir uma abordagem compassiva e eficaz diante de condições de saúde complexas. Investir na formação contínua e no reconhecimento da expertise do enfermeiro nesse campo é crucial para otimizar os resultados e promover uma assistência centrada no paciente. O fortalecimento desse papel pode contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Descritores: Cuidados paliativos, Enfermagem, Gestão em saúde.