
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
A VIVÊNCIA DO ADOECIMENTO E INTERFERÊNCIA DA DOR EM USUÁRIOS ACOMETIDOS COM DOENÇAS MUSCULOESQUELÉTICAS
Relatoria:
Ysabele Yngrydh Valente Silva
Autores:
- Daiane Bispo do Nascimento
- José Antonio da Silva Júnior
- Thales Allyrio Araújo de Medeiros Fernandes
- Ellany Gurgel Cosme do Nascimento
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: A dor é considerada o principal motivo da procura por atendimento aos serviços de saúde, por ser subjetiva, individual e complexa, e constituída por meio de experiências dolorosas prévias e por fenômenos multidimensionais. Ela pode ser dividida em dois tipos: a dor aguda, tida como uma alteração neurovegetativas indicativas de sinais de alerta, e dor crônica que envolve fatores emocionais, culturais, sócio afetivo psíquico, entre outros. Com isso, as doenças musculoesqueléticas (DME) são tidas umas das principais patologias que trazem a dor como significativo sintoma. Considerados de natureza multifatorial, que determinam impactos econômicos, sociais e pessoais para os sujeitos comprometidos. São quadros clínicos do sistema musculoesquelético adquiridos principalmente pelo trabalhador quando submetido a determinadas condições de trabalho. Objetivo: Conhecer a vivência da dor de usuários com doença musculoesquelética e influência sua na sua vida. A amostra foi composta por 40 usuários que apresentavam diagnóstico médico de doença musculoesquelética. Método: A amostra foi composta por 40 usuários que apresentavam diagnóstico médico de doença musculoesquelética. Para a coleta de dados foi utilizada uma entrevista semiestruturada, na qual os participantes relataram sua experiência sobre a dor relacionada com a doença musculoesquelética. A análise dos dados foi realizada através da análise temática de Bardin. Em que foram construídas 2 categorias: a vivência das pessoas diante da dor e o impacto da dor na vida das pessoas. Resultados e discussão: Identificou que a dor osteomuscular se constituiu como um fator que interfere no cotidiano das pessoas, causando mudanças, nos mais diversos momentos da vida, como atividades diárias, lazer e principalmente no trabalho. Conclusão: Os profissionais de saúde devem valorizar a dor referida pelos usuários com doenças musculoesqueléticas, para que assim viabilize uma intervenção com maior eficácia, de modo que possa minimizar ou até mesmo cessar o sofrimento que está cause. E a enfermagem, como agente facilitador do cuidado, deve desenvolver sensibilidade, habilidade e conhecimento, apontando novas estratégias de cuidado e tornando públicos os saberes em prol de um melhor convívio com a dor.