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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
FATORES ASSOCIADOS A EVENTOS ADVERSOS DECORRENTES DO USO DE TECNOLOGIAS EM TERAPIA INTENSIVA
Relatoria:
Lais Batista Mendes
Autores:
  • Ana Luiza de Almeida Lima
  • Maria Vitória de Lima Serrano
  • Renata Ribeiro Cipriano dos Santos
  • Gilvânia Smith da Nóbrega Morais
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 3: Inovação, tecnologia e empreendedorismo nos processos de trabalho da Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: As Unidades de Terapia Intensiva (UTI) são locais nos quais são realizados procedimentos invasivos e, para que isso aconteça, se faz necessário o uso de tecnologias de ponta para promover um cuidado efetivo e uma monitoração contínua para os indivíduos lá hospitalizados. Por oferecer esses tipos de procedimentos, é de suma importância que os profissionais tenham conhecimentos adequados sobre como manusear esses equipamentos tecnológicos e, assim, evitar eventos adversos. Objetivo: Analisar a literatura disponível sobre os fatores associados a eventos adversos decorrentes do uso de tecnologias em terapia intensiva. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura que ocorreu mediante busca eletrônica na base de dados SciELO, em junho de 2024. Os descritores utilizados foram os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Cuidados Críticos”, “Tecnologia” e “Unidades de Terapia Intensiva" separados pelo operador booleano “AND”. Foram incluídos artigos publicados nos últimos oito anos, disponíveis na íntegra no idioma português e de acesso gratuito e, foram excluídas teses, monografias e e-books. À princípio, foram identificados 8 artigos e, após análise, foram selecionados 3 artigos para compor a amostra. Resultados e Discussão: Os estudos selecionados demonstraram que o uso de tecnologias em saúde, especialmente nos cenários de terapia intensiva, traz uma maior suscetibilidade e vulnerabilidade dos pacientes a eventos adversos. Esses eventos adversos, na maioria das vezes, estão relacionados a três tipos de causas: uso incorreto do equipamento, no qual o mesmo é administrado de forma errada; falha do equipamento, que pode estar relacionado com erros de fabricação; falha na equipe que conta com falhas nas práticas. Considerações finais: É inegável a eficácia do uso de tecnologias em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) para a recuperação de pacientes em estado crítico. Contudo, tornar-se imprescindível, com ênfase na segurança do paciente, uma maior capacitação profissional no que se refere ao uso de tecnologias avançadas, visando o aprimoramento de suas habilidades profissionais que por sua vez repercutirá numa assistência efetiva e de qualidade.