
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM A VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
Relatoria:
Italyne Ikeda da Silva
Autores:
- Mariany de Queiroz Luna
- Tamires de Souza Pereira
- Samara Cecília Sabino Pereira da Silva
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Trabalho de conclusão de curso
Resumo:
Introdução: A Lei nº 7.498 atribui ao enfermeiro a responsabilidade de cuidar da gestante, parturiente e puérpera, monitorando o trabalho de parto para favorecer uma abordagem fisiológica e promover a integralidade de cada mulher. Objetivo: Descrever os impactos das intervenções de enfermagem na experiência perinatal da mulher. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa. Na qual foi utilizado as bases BVS, Google Acadêmico e PUBMED, para pesquisa de artigos correlacionados com o tema. Por meio dos descritores Saúde de Mulher, Parto Humanizado, Enfermeiro e Violência Obstétrica. E para o cruzamento entre estes foi utilizado o boleano “AND”. Resultados: Foram recuperados 33 artigos, os quais abordaram técnicas de cuidado, integração de educação contínua, adaptações na assistência e temas como violência obstétrica e parto humanizado. Desse modo, destacou-se a importância de melhorias no cuidado centrado na mulher, garantindo sua autonomia durante o período perinatal. Com isso observou-se que a enfermagem contribui significativamente para a redução da morbimortalidade materna e perinatal ao privilegiar uma assistência menos intervencionista e mais centrada na parturiente. No entanto, o despreparo para lidar com a violência obstétrica é uma preocupação crítica, refletindo em práticas prejudiciais e desrespeitosas. A educação continuada e treinamento específico são essenciais para desenvolver competências técnicas e interpessoais, assegurando uma abordagem humanizada e empática durante o ciclo gestacional. Conclusão: O enfermeiro torna-se essencial na promoção de um ambiente obstétrico ético e centrado na paciente, prevenindo a violência obstétrica através de uma assistência humanizada e comunicativa. A educação continuada capacita enfermeiros a atualizar práticas durante o trabalho de parto, reduzindo a violência obstétrica e melhorando o cuidado perinatal.