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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
ATIVIDADE LÚDICA NA ADAPTAÇÃO DE ADOLESCENTES COM CÂNCER SOB CUIDADOS PALIATIVOS, BASEADO NO MODELO ROY
Relatoria:
Adna Lopes Ferreira
Autores:
  • Lysianne Pereira Alves
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Pesquisa
Resumo:
Introdução: O diagnóstico de câncer na adolescência é uma experiência difícil tanto para o adolescente quanto o familiar. Além dos desafios físicos causados pelos sintomas debilitantes da doença e pelos períodos prolongados de hospitalização, há também um impacto significativo na rotina diária do jovem. Essas mudanças abruptas e as exigências do tratamento podem gerar um intenso estresse emocional, afetando diretamente a qualidade de vida e o desenvolvimento pessoal e social do adolescente. Atividades lúdicas desempenham um papel crucial ao facilitar o processo de adaptação, especialmente em ambientes desafiadores como hospitais, dentre essas atividades podemos destacar: pinturas, música, dramatização, isso abrem as portas para a criatividade e assim tornar a hospitalização menos traumática Objetivo: Avaliar o impacto de atividades lúdicas a adolescentes com câncer em cuidados paliativos, no contexto hospitalar, à luz da Teoria Adaptativa de Callista Roy. Metodologia: Revisão integrativa da literatura. Realizada nas bases de dados LILACS, PubMed, MEDLINE, IBECS, BDENF, CINAHL, SCOPUS e biblioteca digital Scielo. Resultados/ Discussão: Foram utilizados 10 artigos que abordam a aplicação da Teoria da Adaptação com adolescentes em cuidados paliativos usando como estratégia a atividade lúdica. Foi percebido através dessa revisão que a Teoria Adaptativa de Callista Roy se mostra pertinente no contexto de cuidados paliativos para adolescentes, especialmente quando se trata de sua adaptação às condições de saúde desafiadoras, a teoria proporciona uma estrutura compreensiva para entender como eles podem ajustar-se às mudanças físicas, emocionais e sociais impostas pela doença terminal. A enfermagem, segundo essa teoria, desempenha um papel fundamental ao facilitar e apoiar o processo de adaptação do adolescente, fornecendo cuidados que promovem o ajuste positivo às circunstâncias. Portanto, a Teoria de Callista Roy oferece uma estrutura valiosa para os profissionais de saúde que trabalham com adolescentes em cuidados paliativos, ajudando-os a entender e promover estratégias eficazes de adaptação. Considerações finais: Portanto, a combinação de atividades lúdicas com os princípios do Modelo de Adaptação de Callista Roy não só oferece suporte emocional e psicossocial essencial aos adolescentes com câncer em cuidados paliativos, mas também fortalece a abordagem holística e centrada no paciente.