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Anais - 26º CBCENF

Resumo

Título:
RASTREIO DE MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS EM UMA MATERNIDADE DE ALTO RISCO DE MACEIÓ-AL: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Yasmin Cavalcante Reisert
Autores:
  • Maria Eduarda Sales Melo
  • Maria Fernanda Vieira de Sá Macedo
  • Maryanna Rios Batista
  • Raíssa Fernanda Evangelista Pires dos Santos
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: As malformações congênitas (MC) se caracteriza como toda anomalia funcional ou estrutural no desenvolvimento do feto, decorrentes de diversos fatores que ocorrem antes do nascimento e suas causas podem ser tanto genéticas, ambientais ou desconhecidas. Essa condição está em segundo lugar entre as causas de mortalidade infantil, sendo responsável por 10,5% dos óbitos infantis. Durante todo o pré-natal, o profissional de saúde tem um papel fundamental para orientar, acompanhar e garantir saúde tanto para a gestante como para o feto em desenvolvimento. OBJETIVO: Relatar a vivência de estudantes de enfermagem no rastreio de malformações congênitas, destacando a sua importância no compressão dos fatores de riscos. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência baseado em uma atividade prática supervisionada realizada em dezembro de 2023, referente à disciplina de Genética aplicada à Enfermagem ofertada no segundo ano do curso, pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL). A ação contemplou uma entrevista com puérperas de alto risco no qual foi utilizado um roteiro, previamente criado pelo discente, contendo tópicos que permitiram efetivar detalhadamente o objetivo do estudo. RESULTADOS/DISCUSSÃO: Durante a entrevista às puérperas, foram adotadas estratégias para garantir a privacidade e conforto das pacientes, que se encontravam em vulnerabilidade. Na entrevista foram feitas perguntas iniciais como: idade; escolaridade; antecedentes gestacionais. Logo após ocorreu as perguntas mais específicas para o objetivo da prática como: se o parceiro é parente da paciente; doença durante a gravidez; se utilizou remédio sem prescrição; se é tabagista; qual deficiência o bebê nasceu; e se havia algum histórico familiar de deficiência congênita. Após a confirmação dessa última pergunta, após a entrevista os discentes iniciaram a criação do heredograma, construído a partir da mãe e chegando ao antecedente familiar que apresentou algum tipo de malformação. Após, ocorreu um momento de partilha sobre os dados encontrados e foi revisado pelo discente muitos conceitos aprendidos no decorrer da disciplina . CONSIDERAÇÕES FINAIS: Essa prática demonstrou-se crucial para o desenvolvimento acadêmico das estudantes envolvidos, proporcionando uma abordagem que promoveu um compreensão dos assuntos abordados em toda disciplina.