
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
PRÁTICA NA CENTRAL DE MATERIAL DE ESTERILIZAÇÃO DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Relatoria:
Taís Danielle Amorim Silva
Autores:
- Poliana Pereira Costa Rabelo
- Raylanny Sousa Guimarães
- Marilde Ramos Leal
- Ana Paula Manuele Santana Sousa
Modalidade:
Pôster
Área:
Eixo 1: Assistência, gestão, ensino e pesquisa em Enfermagem
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: A Central de Material de Esterilização (CME) é responsável pela limpeza, embalagem, esterilização, armazenamento e distribuição dos produtos para a saúde, atividades que impedem a propagação das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde. Nesse sentido, a atuação da enfermagem na CME exige conhecimentos relacionados aos diversos equipamentos e artigos. Portanto, a CME necessita de funcionamento adequado e de segurança, a fim de proporcionar qualidade aos artigos esterilizados. Com isso, ressalta-se a importância das práticas na CME na graduação de enfermagem, além de publicações relevantes sobre o tema. OBJETIVO: Relatar a experiência de discentes do curso de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão vivenciada no Centro de Material de Esterilização do Hospital Universitário Materno Infantil. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência que descreve as experiências vividas durante as práticas na CME por acadêmicas de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão que ocorreram no Hospital Universitário Materno Infantil, nos meses de maio a junho de 2023. Após as aulas, fomos apresentadas a CME do hospital, que atende o Centro Cirúrgico Infantil, Centro de Parto e Centro Cirúrgico Geral. Recebemos, limpamos e esterilizamos uma variedade de instrumentos, desde utensílios pediátricos até dispositivos cirúrgicos complexos. O fluxo do material é unidirecional, sendo recepcionados no expurgo, passam pelos procedimentos de limpeza, e conforme especificidade de classificação seguem para desinfecção ou esterilização a vapor saturado e são armazenados no arsenal. RESULTADOS: Foi possível ter clareza dos conteúdos expostos em sala de aula em relação as atribuições do enfermeiro. Além disso, houve um melhor entendimento acerca do funcionamento dos equipamentos da CME. Segundo a RDC n° 15 de 2012, a Classe I realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de processamento. E o CME Classe II realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação complexa e não complexa. CONCLUSÃO: A CME é um setor importante na prevenção de infecções hospitalares e o fluxo unidirecional é essencial, além das divisões físicas com paredes, que reforçam a proteção dos materiais e a qualidade do procedimento. Logo, ressalta-se que as práticas foram relevantes para fixação do conteúdo visto em sala de aula.