
Anais - 26º CBCENF
Resumo
Título:
DIREITOS E DEVERES DOS ACOMPANHANTES: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO DO PARÁ
Relatoria:
Gardênia da Silva Cavalcante
Autores:
- Naylane de Farias Caldas
- Rosalina de Paula Furtado
- Beatriz Nascimento Marinho de Oliveira
- Ana Carolina de Aragão Alves
- Nathália Menezes Dias
Modalidade:
Comunicação coordenada
Área:
Eixo 2: Ética, política e o poder econômico do cuidado
Tipo:
Relato de experiência
Resumo:
INTRODUÇÃO: Os direitos e deveres do acompanhante, garantem desde boas acomodações aos acompanhantes até em registrar sugestões, elogios, solicitações, reclamações e denúncias, sendo esses por meio da ouvidoria. Contudo, também disponibiliza os deveres em que o mesmo deverá realizar durante sua estadia, para assim garantir o cuidado e a segurança para com o paciente, afinal, o acompanhante neste momento tem um papel fundamental no que se refere a evolução do enfermo. OBJETIVO: informar aos acompanhantes da unidade de pronto atendimento (UPA) de Tucuruí-PA acerca de seus direitos e deveres protegidos por lei. METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência, realizado como Atividade Integrada a Saúde (AIS), de acordo com o plano pedagógico de enfermagem da Universidade do Estado do Pará (UEPA), onde o método empregado é Problematização baseada no Arco de Maguerez. Tal experiência ocorreu no dia 12 de dezembro de 2023, por meio de breves conversas com os acompanhantes presentes, utilizando, como tecnologia leve em saúde, um cartaz informativo que continha os “DIREITOS E DEVERES DO ACOMPANHANTE EM AMBIENTE HOSPITALAR”, além da disponibilização de um Qr Code inserido no cartaz que direcionava os indivíduos a um documento no drive com informações na íntegra sobre a temática abordada. RESULTADOS: foi possível observar que os acompanhantes presentes não tinham conhecimento a respeito do assunto abordado, entretanto, mostraram entendimento sobre práticas que podem ou não realizar dentro do ambiente hospitalar além dos direitos a eles oferecidos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Portanto, a ação foi de suma importância para trazer lucidez sobre o assunto ao cidadão acompanhante. Nesse sentido, a ação educativa em saúde apresenta efetividade no seu objetivo, visto que os participantes mostraram-se atentos e dispostos a entender seu papel e melhorar a convívio dentro do ambiente hospitalar.